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Microsoft prepara ações legais contra piratas de software em leilões

Empresa pretende abrir 34 ações em países europeus, incluindo Alemanha, França, Polônia, Bélgica, Reino Unido e Holanda

Por Jeremy Kirk, para o IDG Now!*

31/10/2006 às 14h53

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Empresa pretende abrir 34 ações em países europeus, incluindo Alemanha, França, Polônia, Bélgica, Reino Unido e Holanda

A Microsoft está preparando 55 ações legais ao redor do mundo contra vendedores de sites de leilão que comercializam ilegalmente cópias de softwares da empresa, disse a companhia nesta terça-feira (31/10).

As ações são um misto de processos e queixas criminais, disse Jean-Christophe Le Toquin, procurador da Microsoft para regiões da Europa, Oriente Médio e África. A empresa pretende abrir 34 ações em países europeus, incluindo Alemanha, França, Polônia, Bélgica, Reino Unido e Holanda.

A empresa tentará colocar vendedores de produtos pirata em volume na prisão e multará as violações menores, disse Le Toquin.

A Microsoft avançou em sua campanha antipirataria por meio de ações legais. A empresa ainda lançou um programa, o Windows Genuine Advantage (WGA), que verifica se o sistema operacional utilizado é genuíno e licenciado.

A Microsoft disse que irá receber dicas de consumidores que notificarem que seus sistemas operacionais Windows não são legítimos, indicando o lugar onde compraram o software. No Reino Unido, equipes da empresa visitaram revendedores para lembrá-los das conseqüências legais da pirataria.

As medidas legais podem levar um ou dois anos na corte, dependendo de como a polícia trabalha, disse Le Toquin. Investigadores da Microsoft adquiriram softwares falsos pelo site de leilão virtual eBay, que hospeda em média 50 mil unidades de softwares da Microsoft pirateados por ano, disse o procurador.

Algumas versões piratas têm boa qualidade e precisam ser encaminhadas ao laboratório especial da Microsoft, na Irlanda, para confirmação, disse Le Toquin. Vendedores conseguem atrair compradores pelo baixo preço.

“Pode ser alguns euros a menos ou até metade do preço”, disse Le Toquin.

*Jeremy Kirk é editor do IDG News Service, em Londres.

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