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Autoridades abrem 30 primeiras ações contra apostas online nos EUA

País registra primeiras acusações por operação ilegal de sites de apostas após sanção de lei que proíbe prática, no último mês

Por Grant Gross, para o IDG Now!*

16/11/2006 às 11h12

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País registra primeiras acusações por operação ilegal de sites de apostas após sanção de lei que proíbe prática, no último mês

Três empresas e 27 pessoas enfrentam acusações ligadas à operação ilegal de sites de apostas nos Estados Unidos, anunciaram na quarta-feira (15/11) o Escritório de Promotoria do Distrito do Queens e Departamento de Polícia de Nova York.

Os réus mantinham uma operação “altamente sofisticada” de apostas e movimentaram mais de 3,3 bilhões de dólares nos últimos 28 meses, disseram as autoridades. O esquema permitia apostas em uma série de eventos esportivos, incluindo corridas de cavalos, futebol americano, basebol, hóquei e tênis profissional, segundo comunicado à imprensa.

O caso é o primeiro a envolver acusações de apostas pela web nos Estados Unidos desde que o presidente George Bush assinou a lei que proíbe tais atividades no último mês. A legislação proíbe instituições financeiras de aprovar despesas ligadas a apostas na Internet.

A acusação aos 33 reús foi entregue à Corte Suprema do Município de Queens e aponta que os envolvidos mantinham salas de coleta de apostas em Miami e St. Maarten. Dos acusados, 20 também estão sendo processados em uma ação civil.

Ente os acusados estão a Primary Development e o seu chief executive officer (CEO), Maurice Freeman, acusado de desenvolver um site de apostas em esportes chamado Playwithal.com.

Também foram indiciadas a Prolexic Technologies, acusada de prover sistemas de segurança para os servidores do Playwithal; e a Digital Solutions, da Costa Rica, e sua contraparte norte-americana D.S. Networks, que proviam servidores, dados e software ao site.

A acusação responsabiliza James W. Giordano, da Flórida, como chefe da empresa. Três membros da sua família também enfrentam acusações, bem como cinco homens que trabalhavam como coletores de apostas, e outras pessoas envolvidas na operação.

*Grant Gross é editor do IDG News Service, em Washington.

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