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CES: OLPC apresenta recarregador de bateria para notebook educacional

Grupo não-lucrativo anuncia design final do carregador, que imita um ioiô, e anuncia que venderá o dispositivo para países desenvolvidos

Por Dan Nystedt, para o IDG Now!*

10/01/2007 às 12h23

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Grupo não-lucrativo anuncia design final do carregador, que imita um ioiô, e anuncia que venderá o dispositivo para países desenvolvidos

O grupo por trás do laptop de 100 dólares focado em crianças em idade escolar em países em desenvolvimento mostrou durante a Consumer Electronic Show, em Las Vegas, seu recarregador manual de bateria para o portátil.

O projeto One Laptop per Child (OLPC) anunciou ainda um leve corte no preço do notebook para 2007, para 130 dólares por unidade.

Durante todo o ano passado, a cifra divulgada pela OLPC estava entre 140 dólares e 150 dólares por notebook educacional.

Parecido a um ioiô, o aparelho deve ter anexado a um objeto fixo, como uma porta ou uma árvore, para então puxar a corda que transformará a fricção em energia elétrica para o sistema.

O aparelho será dado aos estudantes que receberem o laptop de 100 dólares, e também serão vendidos para usuários em países desenvolvidos como carregadores para telefones, de acordo com Michail Bletsas, chief connectivity officer da organização One Laptop Per Child (OLPC).

O dispositivo pode recarregar um telefone celular em cerca de cinco minutos, afirmou.

Desenvolvido pela Squid Labs, o carregador custa cerca de 10 dólares separadamente, disse Bletsas. Uma companhia privada fará marketing do aparelho para usuários, mas a OLPC não sabe ainda quantos colocará nas lojas.

A OLPC se decidiu pelo carregador após testar diversas outras opções, como uma manivela e um pedal. Muitos dos lugares em que laptops da OLPC chegarão não têm eletricidade e pedem sistemas que podem ser recarregados pela ação humana.

Na verdade, energia elétrica se mantém como uma das principais dificuldades do grupo, disse o engenheiro.

Não apenas os notebooks precisam ser recarregados, mas servidores de baixo custo planejados para cada escola que consomem menos de 5 Watts de energia também precisam de energia.

Em algumas áreas, o grupo planeja oferecer internet por satélite para evitar o problema com energia.

*Dan Nystedt é editor do IDG News Service, em Taipei.

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