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Brasil produz 14,2% das pragas detectadas virtuais em 2006, diz Sophos

País comprova postura de fornecedor ocupando 2ª posição entre produtores de pragas, mas sem constar entre responsáveis pelos ataques

Por Redação, do IDG Now!

22/01/2007 às 12h31

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País comprova postura de fornecedor ocupando 2ª posição entre produtores de pragas, mas sem constar entre responsáveis pelos ataques

Crackers brasileiros foram responsáveis por escrever 14,2% dos malwares detectados na internet durante 2006, segundo o estudo Security Threat Report 2007, divulgado pela Sophos nesta segunda-feira (22/01).

A cifra posiciona o país como segundo maior fornecedor de pragas no planeta, com grande participação entre os cavalos-de-tróia em circulação, atrás apenas da China, que responde por 30% dos malwares.

O papel do Brasil como fornecedor fica ainda mais evidente com a crescente participação dos cavalos-de-tróia, que atingiram 80% das pragas online em 2006, contra 16,8% de pragas para Windows, e da sua ausência entre os dez países que mais hospedam sites com códigos maliciosos.

Neste sentido, os Estados Unidos aparecem em primeiro, com 34,2% das páginas, seguido por China (31%), Russia (9,5%) e Holanda (4,7%).

A ascensão do cavalo-de-tróia vem ofuscando também outras tradicionais pragas, como spams e spywares, diz a Sophos, principalmente por sua habilidade em baixar diversos malwares e desabilitar as seguranças do PC da vítima.

Entre os maiores emissores de spam do mundo, o Brasil ocupa a sétima posição, responsável por 3,5% das mensagens, bem atrás de nações como EUA (22%), China (15,9%) e Coréia do Sul (7,4).

Ainda entre as mensagens não solicitadas, a Sophos registrou uma queda sensível dos worms que se infestam por e-mail. O ranking dos malwares mais atuantes do ano manteve códigos com mais de dois anos de idade, como MyTob, Netsky e Sober, nas primeiras posições.

A migração dos crackers de infecções em massa para ataques financeiros silenciosos se reflete na queda dos e-mails com worms - a taxa de mensagens contaminadas caiu de 1 entre 44 em 2005 para 1 entre 337 no ano passado.

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