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Gastos com música para celular devem atingir US$ 13,5 bilhões em 2007

Gastos mundiais de usuários de celular com música devem ultrapassar US$ 32 bilhões de dólares até 2010, revela Gartner

Por Redação do IDG Now!

26/01/2007 às 15h34

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Gastos mundiais de usuários de celular com música devem ultrapassar US$ 32 bilhões de dólares até 2010, revela Gartner

Os gastos de usuários de celular de todo o mundo com música para seus aparelhos deverão ultrapassar a marca dos 32 bilhões de dólares até o ano de 2010, segundo estimativa da Gartner. Para 2007, a perspectiva é de que os gastos somem 13,5 bilhões de dólares.

Segundo a consultoria, o serviço de música, que inclui ringtones e funções semelhantes, como realtones (trecho de música usado como ringtone) e ringbacktone (trecho de música usado como toque de espera durante uma ligação telefônica), é o segundo mais usado pelos assinantes, atrás das mensagens de txto (SMS).

Para a Gartner, os dois principais motivos do uso de música no aparelho são a personalização e o entretenimento. Embora as operadoras tenham vantagem sobre empresas de outros setores envolvidas no mercado de música digital no tocante à personalização, já que têm acesso a dados importantes de seus assinantes e conhecem melhor suas preferências, a esfera do entretenimento configura um desafio.

Seus principais concorrentes são os fabricantes de tocadores de música digital, como a Microsoft com seu Zune e a Apple, que acaba de anunciar sua entrada no mercado de telefonia móvel com o iPhone, uma combinação do popular iPod com funções de celular.

Segundo Stephanie Pittet, chefe de análise de pesquisas da Gartner, as operadoras precisam descobrir como desenvolver as parcerias certas de conteúdo, estratégias de preço, acordos de licenciamento, canais de distribuição e marketing.

De acordo com o estudo Dataquest de outubro de 2006, os maiores mercados de música para celular são a região Ásia-Pacífico e o Japão, que responderam por 41% dos gastos nesse sentido em 2005. A Europa Ocidental ficou em segundo e a América do Norte, em terceiro.

Esses percentuais devem mudar, de acordo com as perspectivas da companhia, mas a Ásia, um dos principais pólos tecnológicos da atualidade, deverá continuar no topo da lista em 2010.

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