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Fundadores do YouTube vão ao Japão para discutir direitos autorais

Chad Hurley e Steve Chan, além de outros executivos do site, estarão no Japão para discutir com detentores de direitos autorais no país

Por Martyn Williams, para o IDG Now!*

02/02/2007 às 11h54

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Chad Hurley e Steve Chan, além de outros executivos do site, estarão no Japão para discutir com detentores de direitos autorais no país

Executivos do YouTube estarão em Tóquio na próxima semana para conversas com alguns dos maiores produtores japoneses de conteúdos sobre material protegido por direitos autorais no popular site de vídeo.

O encontro deverá acontecer na terça-feira (06/02), apenas dois meses após um grupo de produtores japoneses de conteúdo enviar uma carta de reclamações ao YouTube, exigindo que a companhia se esforçasse mais para proteger material sob copyright.

O chief executive officer do YouTube, Chad Hurley, e o chief technology officer, Steve Chen, estarão presentes no encontro, afirmou um porta-voz da Sociedade Japonesa de Direitos dos Autores, Compositores e Editores (do inglês, JASRAC).

A organiação enviou a reclamação original, com assinaturas de outras 22 companhias e grupos. Entre os signatários estavam todas as redes de TV do Japão, a Associação de Produtos Cinematográficos do Japão, a Associação da Indústria Fonográfica japonesa e o Yahoo Japão.

As representantes estão insatisfeitos pela quantidade de conteúdo disponível no YouTube e pedem que no documento que o YouTube facilite a remoção de conteúdo que tenha sido identificado como responsável por violar de direitos autorais, além de dificultar a publicação de tal conteúdo.

O YouTube respondeu à reclamação no meio de dezembro e disse que poderia visitar o Japão para discutir a questão.

A carta indicou que o YouTube tem interesse em trabalhar com os fornecedores de conteúdo pelos planos de começar um negócio no Japão, disse a JASRAC.

A reclamação de dezembro foi seguida ao desaparecimento de cerca de 30 mil arquifos que violaram os direitos autorais dos detentores japonesas.

Os arquivos foram descobertos durante a auditoria de cinco dias realizada pelo YouTube em outubro. No entanto, após os vídeos serem deletados, novo conteúdo não autorizado começou a aparecer.

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