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Uso de celular 3G para conectar laptop dispara em 2007, prevê estudo

Falhas de redes WLANs e atraso do padrão WiMax incentivarão uso de cartões e modems 3G para conexão em banda larga

Por Redação da Computerworld

05/02/2007 às 13h43

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Falhas de redes WLANs e atraso do padrão WiMax incentivarão uso de cartões e modems 3G para conexão em banda larga

O ano de 2007 promete ser "um divisor de águas" no uso dos modems e cartões da terceira geração de telefone celular para conexão dos notebooks em banda larga, de acordo com pesquisa do instituto Strategy Analytics. Segundo o estudo, as deficiências das redes locais sem fio (WLANs) e a demora na chegada ao mercado do padrão móvel do WiMax vão impulsionar o uso do conexão via telefone celular.

De acordo com a pesquisa, divulgada na página eletrônica da Strategy, este ano as vendas de modems e cartões de conexão de 3ª geração devem atingir 9 milhões de unidades, com um salto de 60% sobre o ano anterior. Até 2009, a expectativa da Strategy é que o volume atinja 15 milhões por ano.

A partir de 2008 parte das conexões começará a ser feita pelo padrão móvel do WiMax, lembra a pesquisa, opção que deverá se fortalecer com a previsão de que existam chipsets Intel para essa tecnologia no ano seguinte. Mesmo assim, o estudo acredita que os cartões de 3ª geração de telefonia móvel vão continuar a desempenhar papel importante na conexão sem fio para usuários que não queiram ou não possam ir a um hotspot.

Nos próximos anos, o usuário vai passar a exigir mais de uma opção de conexão sem fio, diz a pesquisa. "A noção de ter de ir a algum lugar para se conectar vai ser tão inconveniente quanto é hoje para fazer uma ligação telefônica", afirma Cliff Raskind, diretor da Strategy Analytics responsável pelo estudo.

No Brasil, o único cartão de conexão considerado de terceira geração é fornecido pela Vivo, no padrão EVDO (evolução do CDMA), desde o início de 2005. A velocidade nesse caso é de no máximo 2,4 Megabites por segundo e a rede da operadora está disponível em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Florianópolis, Brasília e Salvador. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), entretanto, espera licitar freqüências de terceira geração ainda este ano.

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