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Second Life no Brasil terá 2 milhões de usuários até fevereiro de 2008

Nesse ritmo de crescimento, em apenas doze meses, o País representará 10% da população da rede social

Por Guilherme Felitti, repórter do IDG Now!

13/02/2007 às 11h45

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Nesse ritmo de crescimento, em apenas doze meses, o País representará 10% da população da rede social

Responsável pelo Second Life no Brasil, Kaizen Games espera que brasileiros, em apenas um ano, representem 10% do Second Life. A empresa projeta que o País terá 2 milhões de usuários do ambiente virtual da rede, para uma população digital estimada em 20 milhões de usuários.

Atualmente, o Second Life experimenta um crescimento exponencial no número dos seus usuários, contabilizando 3,3 milhões de habitantes digitais na noite desta segunda-feira (12/02). Porém, informa a Linden Labs criadora da rede social, apenas 1,2 milhão de usuários entraram na rede nos últimos dois meses. Em dezembro, a rede havia alcançado a marca de 2 milhões de usuários em todo mundo (o dobro do registrado em setembro) e o número de brasileiros era de apenas 70 mil.

Não é apenas a população do Second Life que está aumentando em razão geométrica, conforma afirma dados demográficos e geográficos da rede social divulgados pela Linden Labs sexta-feira passada. Segundo o documento, o mercado virtual do Second Life movimenta atualmente, entre seus usuários, cerca de 6 bilhões de Linden Dollars, o que equivale a 24,2 milhões de dólares reais.

A área em que construções são erguidas e nas quais os avatares (como são chamados os personagens) podem montar seus empreendimentos também saltou dos 218 km2 registrados em outubro (2006) para 360 km2 no final de janeiro.

Atualmente, a comunidade brasileira já conta com áreas próprias, como as ilhas Berrini, Itaim, Nelore e Brasil. A Kaizen está elaborando uma ilha própria, com acordos comerciais com empresas do mundo real, que será aberta ao público no lançamento da rede no Brasil.

Entre os países que mais usam o Second Life, os Estados Unidos aparecem na frente, com 31,19%, seguido pela França (12,73%), Alemanha (10,46%), Reino Unido (8.09%) e Holanda (6,55%). No ranking da Linden Labs, o Brasil aparece na sétima posição, responsável por 3,77% da comunidade internacional.

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