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SoapBox, rival da Microsoft contra YouTube, é liberado para uso público

Ainda em Beta, MSN Soapbox se torna acessível para que comunidade em geral compartilhe, assista e categorize vídeos online

Por Elizabeth Montalbano, para o IDG Now!*

16/02/2007 às 12h40

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Ainda em Beta, MSN Soapbox se torna acessível para que comunidade em geral compartilhe, assista e categorize vídeos online

A Microsoft colocou no ar, ainda em fase beta, o seu serviço de vídeo online Soapbox, que vai competir com o YouTube, do Google.

O serviço, anunciado em setembro passado, esteve disponível para usuários selecionados por diversos meses. Agora, qualquer um pode testar o serviço apenas visitando o site, afirma o blog LiveSide, que rastreia os serviços da plataforma Windows Live, da Microsoft.

Como o YouTube, o Soapbox permite que usuários não apenas enviem vídeos para a internet de qualquer formato digital, mas também definam tags e categorizem para que a navegação seja facilitada.

O serviço permite que usuários assistam vídeos e naveguem por outros simultaneamente na mesma tela, algo que pode ser apontado como diferença em relação ao YouTube, afirma a Microsoft.

A Microsoft vem elaborando uma estratégia para bater de frente com serviços do Google e do Yahoo desde novembro de 2005, quando o chief architect Ray Ozzie revelou a iniciativa online Live da empresa.

A companhia afirmou que investiria quantias significativas de dinheiro na internet, com analistas financeiros esperando que a Microsoft revele mais detalhes da sua estratégia em uma reunião com investidores nesta quinta-feira (15/02).

Ainda que muitos acreditem que os serviços Live substituirão o portal MSN, da própria Microsoft, a companhia continua a usar o MSN como site onde oferece conteúdo de entretenimento, o que pode explicar por que a marca Soapbox tem o prefixo MSN ao invés de Live.

A plataforma Live se refere, na verdade, mais para serviços, como e-mail, mensagens instantâneas e busca dentro do Windows Live.

O Google anunciou em outubro que compraria o YouTube por 1,65 bilhão de dólares, preço que muitos acharam alto demais para o serviço. Ainda assim, o YouTube se mantém como um dos sites mais populares da internet.

*Elizabeth Montalbano é editora do IDG News Service, em São Francisco.

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