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Empresas nacionais de TI listadas em bolsa também sofrem “efeito China”

Queda acentuada no índice da bolsa chinesa contaminou pregões no mundo todo e levou consigo ganhos dos papéis das empresas locais

Por Redação do Computerworld

28/02/2007 às 10h17

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Queda acentuada no índice da bolsa chinesa contaminou pregões no mundo todo e levou consigo ganhos dos papéis das empresas locais

As companhias brasileiras de tecnologia e telecomunicações listadas em bolsa também sofreram hoje o efeito-China, provocado pela desvalorização excessiva do mercado de capitais daquele país asiático.

O Shanghai Composite Index caiu 8,8% nesta terça, na maior queda em dez anos, em meio a muitos rumores. Indicadores da atividade industrial americana mais fracos que o esperado também contribuiram para o nervosismo dos mercados. Contaminado, o índice da Bolsa de Valores de São Paulo (iBovespa) caiu 6,63%, maior queda desde setembro de 2001.

Ações de duas operadoras de telefonia, entretanto, chegaram a cair até mais que o iBovespa, como foi o caso da TIM Participações, cujo papel com direito a voto teve retração de 8,50%, e a ação preferencial da Brasil Telecom Participações, cujo recuo foi de 8,51%.

Já os papéis da GVT, operadora de telefonia que foi a mais recente a estrear no mercado de capitais, no dia 16 de fevereiro, caíram 5,77% nesta terça, para 21,20 reais, mas se mantêm bem acima dos 18 reais com que foram lançados na estréia.

Como a queda foi generalizada, o efeito também foi visto nas ações da Totvs (recuo de 6,40%), Datasul (6,57%), Submarino (4,05%) , NET Serviços PN (6,39%) e nas preferenciais do Universo Online (UOL) - 3,53% - cujo balanço será divulgado nesta quarta-feira.

A ação ordinária da Vivo foi uma das que menos sofreu o efeito no pregão de hoje, entre as companhias de TI e telecom, com retração de 2,40%, mas a preferencial teve redução de 7,88%.

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