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Brasil fechou 2006 com 5,7 milhões de acessos em banda larga

O número de conexões aumentou 40,1% no ano passado. O número de acessos em banda larga, no mercado residencial, cresceu 20,3 em doze meses

Por Daniela Braun, editora do IDG Now!

28/02/2007 às 12h32

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O número de conexões aumentou 40,1% no ano passado. O número de acessos em banda larga, no mercado residencial, cresceu 20,3 em doze meses

O número de conexões de banda larga no Brasil cresceu 40,1% em 2006, em relação a 2005, somando 5,7 milhões, com a adição de 1,6 milhão sobre o ano anterior. As informações fazem parte da 4ª edição do Barômetro Cisco de Banda Larga, anunciada nesta quarta-feira (28/02). A meta traçada pela IDC prevê que o País chegua em 2010 com 10 milhões de acessos em banda larga.

O estudo trimestral, realizado pela IDC Brasil, mostra que os acessos com velocidades acima de 512 Kbps (quilobits por segundo) representam 37% do mercado total até dezembro de 2006; há um ano, a parcela era de 21%.

Os acessos com velocidades superiores a 1 Mbps saltaram de 2% para 22% de dezembro de 2005 a dezembro do ano passado.

Em seis anos (de 2001 a 2006), a banda larga no Brasil registrou 5,3 milhões de novas conexões, crescimento de 1.639%. A competição entre as operadoras de TV a cabo e as de telefonias motivou a oferta de serviços com maiores velocidades. O resultado disso foi uma queda de preço, em média de 8%, especialmente nos planos de velocidades superiores.

Mercado corporativo
Os serviços dedicados de acesso a internet (IP Dedicado) registraram um crescimento  de 27% de dezembro de 2005 para dezembro de 2006, representando um aumento de 18 mil conexões.

No segundo semestre de 2006, o número de acessos de banda larga para o mercado corporativo cresceu 20,8% e o residencial, 20,3%. Usuários residenciais representam 86,6% do total de conexões ativas em dezembro de 2006.

Em termos de tecnologia de acesso, no quarto trimestre de 2006, o xDSL (como o Speedy, por exemplo) equivaleu a 78,2% das conexões de banda larga no País. O acesso via cabo representou 17,8% do total. Já o acesso via satélite representou 0,4%, enquanto o acesso FWA (acesso fixo, sem fio) ocupou 3,6% no mercado.

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