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Erro humano responde por três em cada quatro casos de perda de dados

Um quinto das companhias é afetado por 22 ou mais perdas de dados em uma ano, diz estudo da IT Policy Compliance Group

Por Tash Shifrin, para o IDG Now!*

12/03/2007 às 17h23

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Um quinto das companhias é afetado por 22 ou mais perdas de dados em uma ano, diz estudo da IT Policy Compliance Group

Os erros humanos respondem por três quartos de todos os incidentes em que dados sensíveis foram perdidos, revelou uma nova pesquisa.

O estudo da IT Policy Compliance Group diz que um quinto das companhias é afetado por 22 ou mais perdas de dados em uma ano, com informações de clientes, de funcionários e da área de tecnologia, dados financeiros e corporativos sendo roubados, perdidos ou destruídos.

A pesquisa revela que os erros dos usuários são responsáveis por metade das perdas de dados, com a violação de políticas - seja proposital ou acidental - respondendo por outros 25%.

Os principais canais pelos quais os dados são perdidos são - em ordem de risco - PCs, laptops e dispositivos móveis, e-mail, mensagem instantânea, aplicações e banco de dados.

O relatório também aponta que as empresas têm perdas de 8% em receita e número de clientes quando um vazamento de dados se torna público, além de um custo adicional de 50 libras (73 dólares) por registro de clientes para notificar e recuperar os dados.

Jim Hurley, diretor da IT Policy Compliance Group, disse: “Falhar em proteger a segurança de TI e dados auditados é como um banco dar a senha do cofre. Ao invés de títulos e dinheiro, essas empresas estão colocando dados sensíveis, clientes, receita e o futuro dos negócios em risco”.

O relatório sugere que a organização deve identificar os dados mais sensíveis ao negócio, treinar funcionários e implementar tecnologias para minimizar erros de funcionários, violações de políticas e ataques online.

O documento recomenda ainda a adoção de controles e procedimentos para garantir o cumprimento das políticas e aumentar a freqüência das auditorias.

*Tash Shifrin é editora do Computerworld UK, em Londres.

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