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Hábitos de navegação reforçam estereótipos de homens e mulheres

Homens europeus buscam games e gadgets, enquando as mulheres acessam chats, sites de compras e viagens, revela pesquisa

Por Denise Dubie para o IDG Now!*

05/04/2007 às 10h55

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Homens europeus buscam games e gadgets, enquando as mulheres acessam chats, sites de compras e viagens, revela pesquisa

Os intrnautas europeus do sexo masculino tendem a dedicar mais tempo, durante a semana, a jogar games e pesquisar gadgets tecnológicos, enquanto as internautas se logam para conversar com amigos, fazer compras e planejar viagens.

Os dados foram extraídos de um recente estudo realizado pelo Forrester Research sobre o comportamento de uso da tecnologia pelos europeus.

A pesquisa, que envolveu 22.662 consumidores de sete países - Reino Unido, França, Itália, Alemanha, Holanda, Espanha e Suécia - mostra que, embora a representatividade das mulheres na internet esteja se equiparando à dos homens - 54% dos internautas europeus são mulheres e 62% são homens - suas atividades na rede diferem bastante e reforçam determinados estereótipos.

Pela tendência de uso mais pessoal e menos técnico da internet, na avaliação do Forrester, as mulheres usam menos a internet como fonte de informação para escolha de produtos ou lêem menos avaliações de consumidores do que os homens, que o fazem com freqüência em segmentos como o automotivo e o de tecnologia.

"Comparadas aos homens, as mulheres tendem a fazer mais pesquisas relacionadas à compra de itens de vestuário, saúde, beleza e viagens. Elas também enviam cartões virtuais e compram presentes com mais freqüência", destaca o estudo.

A pesquisa ainda mostra que os homens passam duas horas mais conectados à internet por semana do que as mulheres, sendo que boa parte deste tempo é dedicada a jogos. Nos últimos quatro anos, segundo o estudo, a média de tempo navegado dos europeus cresceu de 7 horas e 3 minutos para 8 horas e quatro minutos, semanalmente.

O estudo conduzido na Europa traz as mesmas conclusões de uma pesquisa similar realizada em 2005 com internautas norte-americanos. Ambos os resultados revelaram que, embora homens e mulheres passem quase o mesmo número de horas conectados, certos hábitos são transferidos para a rede.

*Denise Dubie é editora da Network World, em Framingham

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