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Firefox chega aos 24,1% de participação no mercado europeu

Analistas dizem que o crescimento do uso do Firefox na Europa sugere que as batalhas do navegador ainda não terminaram

Por Jeremy Kirk, para o IDG Now!*

18/04/2007 às 11h07

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Analistas dizem que o crescimento do uso do Firefox na Europa sugere que as batalhas do navegador ainda não terminaram

A XiTi Monitor, empresa de análise de dados da web localizada na França, informou que o uso do navegador de código aberto pelos Europeus cresceu de 19,4% em abril de 2006 para 24,1% em março de 2007.

De acordo com a gerente de comunicação do XiTi Monitor, Anne-Laure Benzimera,  a empresa extraiu esses dados através de seu serviço de análise da web, que coleta dados, tais como o navegador e a localização do usuário.

Os números do XiTi Monitor estão a favor do Firefox na Europa, mas coincidem com outros números da indústria que indicam ganhos para o Firefox, de acordo com o diretor de pesquisas Gary Barnett, da Ovum PLC. Segundo ele, as porcentagens de uso podem variar de 10% a 25%.

A média mundial de uso do Firefox detectada pelo XiTi Monitor é de aproximadamente 16,8%. O navegador da Microsoft, Internet Explorer (IE), permanece na liderança, com 78,5% do mercado.

Segundo Barnett, mesmo que a navegação através de abas, considerada sua maior inovação, tenha sido adotada pelo Microsoft IE7, o Firefox ainda possui maior vantagem com seus add-ons – programas gratuitos que adicionam funcionalidades especiais ao navegador.

O analista da Forrester Research Colin Teubner declarou que o Firefox provavelmente não conseguirá ganhos significativos no mercado sem fechar um acordo com fabricante de hardware, como a Dell.

A XiTi encontrou uso bastante alto na Eslovênia, com 44,5%, e na Finlândia, com 41,3%. Croata, Alemanha e Eslováquia excederam os 35%. Lachal declarou que a razão para esses altos índices pode ser a influência da Alemanha, onde softwares de código aberto têm bastante força.

Os números mais baixos do Firefox vêm de Andorra, com 13,2%, seguido pela Holanda, com 13,3%, Dinamarca, com 13,8% e Itália, com 15,5%.

*Jeremy Kirk é editor do IDG News Service em Londres

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