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Microsoft dá o passo definitivo para entrar em segurança corporativa

Empresa adota política agressiva de preços e soluções conjuntas para lançar linha Forefront voltada a corporações no Brasil

Por Vinicius Cherobino, repórter do Computerworld

24/04/2007 às 16h04

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Empresa adota política agressiva de preços e soluções conjuntas para lançar linha Forefront voltada a corporações no Brasil

A Microsoft acaba de lançar a ferramenta de proteção corporativa Forefront no mercado brasileiro. Atuando nos vários tipos de servidores e nas estações clientes, a solução é parte da estratégia da companhia para ganhar espaço no mercado de segurança. Além desta solução, a Microsoft divulgou sua plataforma de gerenciamento, chamada System Center, que permite analisar e gerenciar a infra-estrutura de tecnologia da empresa, cuidando de bakcup, políticas para updates, automatização, entre outras tarefas.

“Agora, com a oferta conjunta de segurança e gerenciamento, temos um diferencial ao ver e poder melhorar toda a infra-estrutura do cliente”, aponta Eduardo Campos, gerente da divisão de servidores da subsidiária brasileira.

O gerente afirma que as novas soluções, somada ao sistema operacional, banco de dados, business intelligence, ferramenta de correio e aplicações de negócios, colocam a Microsoft com um escopo único, além de cuidar da integração entre os programas de maneira muito mais simplificada do que os concorrentes.

Outra forma da empresa se destacar no mercado está na política de preços. O Forefront para Exchange Server, servidor de correio eletrônico, será vendido com 30% de desconto para clientes corporativos até setembro de 2007. Na outra ponta, a empresa vai oferecer margem de 30% aos parceiros certificados nas soluções Forefront.

“Essa é uma política mundial. Estamos chamando a atenção dos clientes e parceiros, mostrando que somos uma opção como fornecedores de segurança”, conta Ana Cláudia Oliveira, gerente de produtos de segurança da Microsoft Brasil.

Sobre o Windows OneCare, solução da MS para o usuário doméstico, os executivos afirmaram que não existe ainda nenhuma definição sobre a venda do produto para o mercado brasileiro.

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