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Presidente do BNDES pretende aumentar apoio a projetos de TI

Apoio poderá se dar via mercado de capitais, seja por meio da concessão de crédito ou pela capitalização de empresas

Por Redação do IDG Now!*

03/05/2007 às 11h45

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Apoio poderá se dar via mercado de capitais, seja por meio da concessão de crédito ou pela capitalização de empresas

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse hoje (2) que o Brasil terá um grande trabalho para  recuperar as oportunidades perdidas nos últimos 20 anos para economias asiáticas no setor da tecnologia da informação.

Ele citou o caso da Coréia, que há 25 anos tinha um papel insignificante no setor em comparação ao Brasil e hoje é uma potência. “Não vamos conseguir reproduzir a experiência exitosa da Coréia da noite  para o dia, mas  a gente vê várias outras economias asiáticas que até pouco eram de segundo time fazendo movimentos muito interessantes".

Ele afirmou que o banco deverá priorizar projetos que sejam competitivos globalmente, diferentemente do que ocorria no passado, quando o objetivo era a proteção do mercado doméstico.

"O que se propõe aqui é que os projetos tenham, de saída, um escopo de operação de mercado. Nós teremos que desenvolver com humildade empresas  que possam  se capacitar”.

A idéia, acrescentou Coutinho, é preparar as empresas nacionais de pequeno e médio porte para aproveitar novas oportunidades de negócios na áreas. "É preciso estruturar a cooperação institucional e ações coordenadas para criar condições de desenvolvimento dessas oportunidades. Estabelecer uma meta quantitativa neste momento não é algo que se possa fazer, até porque, os investimentos em infra-estrutura são muito mais intensivos”.

Segundo ele, o apoio do BNDES a projetos em tecnologia da informação e comunicações poderá se dar via mercado de capitais, seja por meio da concessão de crédito ou pela capitalização de empresas.

Coutinho lembrou o uso de tecnologias da informação e de comunicações tem crescimento dinâmico, além de puxar o comércio e o investimento em tecnologia no mundo. “O Brasil não pode pensar em ficar fora desse jogo”, disse, acrescentando que a maneira como o Brasil entrará no jogo é o desafio para o país.

*Com informações da Agência Brasil.

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