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YouTube começa a remunerar criadores dos vídeos mais populares

Site de distribuição de vídeos vai estender o acordo que já mantém com parceiros corporativos e começar a remunerar usuários amadores

Por Nancy Gohring, para o Computerworld*

07/05/2007 às 11h22

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Site de distribuição de vídeos vai estender o acordo que já mantém com parceiros corporativos e começar a remunerar usuários amadores

O YouTube, site cujo controle foi adquirido pelo Google por 1,65 bilhão de dólares, vai começar a remunerar alguns dos criadores dos conteúdos mais populares do seu site.

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"Até hoje havia uma distinção entre o conteúdo criado por um internauta comum e aquele criado pelos parceiros comerciais do YouTube", diz um post no blog da companhia de distribuição de vídeos.

O site tem acordos com produtores de conteúdo como a National Basketball Association (NBA) e a British Broadcasting Corp. (BBC), com os quais compartilha receita publicitária. Mas isso não acontecia até então com os internautas que subiam seus próprios vídeos amadores nas páginas do YouTube.

Para eliminar a distinção, a companhia escolheu alguns colaboradores entre os vídeos mais populares para que se tornem seus parceiros, estendendo a eles o modelo de negócio com tem com as corporações de mídia: divisão de receita publicitária e oportunidades promocionais.

Os internautas escolhidos poderão selecionar entre suas produções aquelas pelas quais querem ser remunerados. O YouTube não informou que porcentagem da receita irá dividir com esses internautas.

O acordo só será válido aos produtores escolhidos pela companhia, mas outros internautas podem entrar em contato com o YouTube para expressar seu interesse no programa. A corporação também não informou quantos participantes deverão ser escolhidos no novo programa de parcerias.

Em um vídeo divulgado no site em janeiro, Chad Hurley, um dos fundadores do YouTube, afirmou que a companhia trabalhava em uma forma de compartilhar receita com os produtores amadores de conteúdo.

Ele afirmou na época, entretanto, que o site queria construir uma sólida base de usuários antes de fazer isso porque, de outra forma, os internautas se moveriam para outras companhias que lhes oferecessem mais dinheiro.

*Nancy Gohring é editora do IDG News Service, em Seattle.

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