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Cisco: 3G que existe no Brasil não é substitui a banda larga

Para a empresa, é preciso que os preços caiam e que a tecnologia esteja presente onde não há acesso rápido tradicional

Por Nando Rodrigues, da PC WORLD

09/05/2007 às 15h36

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Para a empresa, é preciso que os preços caiam e que a tecnologia esteja presente onde não há acesso rápido tradicional

O presidente da Cisco do Brasil, Pedro Ripper, afirmou hoje (09/05) que não considera a oferta de serviços de 3G promovidos pelas operadoras de serviços móveis com uma tecnologia substitutiva da banda larga tradicional.

Ripper diz que a forma como o acesso é realizado atualmente - na maior parte dos casos, via telefone celular – restringe a quantidade de serviços que podem ser oferecidos na plataforma.

“Para mudar isso são necessários duas coisas. A primeira é que os serviços de 3G estajam disponíveis também onde não haja oferta de banda larga tradicional. Além disso, é necessário um reposicionamento dos preços dos serviços de 3G de tal forma que o usuário possa considerá-lo como alternativa viável na contratação de um conexão de banda larga”, explicou, durante a apresentação da 5ª edição Barômetro Cisco da Banda.

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