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CBS aquece participação em redes sociais com compra da Last.fm

Aquisição de rede social baseada em música por 280 milhões de dólares aumenta investimento do conglomerado em serviços online

Por Heather Havenstein, para o IDG Now!*

30/05/2007 às 16h18

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Aquisição de rede social baseada em música por 280 milhões de dólares aumenta investimento do conglomerado em serviços online

Em outra jogada para fazer presença em redes sociais, o CBS anunciou nesta quarta-feira (30/05) a compra do Last.fm, rede social para fãs de música, por 280 milhões de dólares em dinheiro.

Nascido em Londres, o Last.fm, que alega ter 15 milhões de usuários ativos em 200 países, permite a criação de comunidades de interesse que incluem tanto ouvintes como músicas.

O site oferece um sistema de recomendação social que oferece links para outros usuários do serviço com gosto musical semelhante ao seu. O site, fundado em 2002, também oferece a transmissão em streaming de rádios pessoais que trazem os artistas preferidos de cada um.

A compra é a mais recente em uma série de anúncios feitos pela CBS nos últimos meses para oferecer opções de redes sociais.

Na última semana, a companhia anunciou que sua unidade CBS Interactive tinha feito parceria com desenvolvedores de serviços sociais que permitem que usuários incorporem clipes da CBS em seus perfis pessoais, sites, blogs, widgets e páginas de comunidades.

Antes da CBS, as rivais NBC e News Corp. anunciaram planos de, juntas, criar um site de compartilhamento de vídeos nos moldes do popular YouTube.

A demografia da comunidade do Last.fm vai de encontrar com o objetivo da CBS de atrair espectadores mais novos em seus projetos corporativos, afirmou Leslie Moonves, presidente e CEO da CBS.

O presidente da CBS Interactive, Quincy Smith, afirmou que o Last.fm vem "apresentando um balanço entre aumento rápido na base de usuários, comunidade fiel e oportunidade de monetização que não distrai os ouvintes".

No blog do serviço, Richard Jones, fundador da rede, afirmou que a oferta da CBS os surpreendeu, principalmente, pelos planos progressivos apresentados pelo conglomerado e garantiu que os fundadores continuarão comandando o serviço após a compra.

*Heather Havenstein é editora do Computerworld, em Framingham.

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