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Base instalada de Windows e Unix cresce em servidores no Brasil

Atualmente, 65% dos servidores empresariais rodam Windows e 31% Unix e família, sendo 17% Linux, revela pesquisa da FGV-SP

Por Daniela Braun, editora do IDG Now!

05/06/2007 às 10h43

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Atualmente, 65% dos servidores empresariais rodam Windows e 31% Unix e família, sendo 17% Linux, revela pesquisa da FGV-SP

Quando se trata de sistema operacional e pacote de produtividade, a presença da plataforma Microsoft permanece dominante tanto entre microcomputadores como em servidores ativos nas empresas brasileiras informa a 18ª Pesquisa Anual da FGV-EAESP, "Mercado Brasileiro de Informática e Uso nas Empresas".

O estudo anual divulgado nesta segunda-feira (04/06) mostra que o pacote Microsoft Office representa 92% da base instalada nas empresas. As versões de código aberto representam 7% da base e outros pacotes ficam com 1% de participação.

A avaliação feita com 1.660 empresas, entre setembro de 2006 e março de 2007, mostra que o uso do sistema operacional Windows em PCs corporativos permaneceu estável, entre 97% das máquinas ativas, sendo que a representatividade de sistemas da família Unix foi de 2% e outros softwares ficaram com 1% do segmento.

Nos servidores corporativos tanto Windows como Unix ganharam um ponto porcentual na base instalada, enquanto a plataforma Novell perdeu espaço passando a contar com 2% do setor. Atualmente, 65% dos servidores empresariais rodam Windows e 31% Unix e família, sendo 17% Linux, 2% Novell e 2% entre outros sistemas.

Microprocessadores Pentium 4 e versões superiores equipam 73% da base ativa de PCs no País. Máquinas com Pentium III representam 16% da base instalada enquanto chips Pentium 2 equipam 8% da base. Os modelos Pentium I e outros ficam com 3,2% de representatividade.

Considerando os modelos em uso nas empresas,  chips Pentium 4 equipam 68% das máquinas, modelos Pentium III representam 17% dos desktops, Pentium II estão em 10% das máquinas, enquanto os 4% restantes estão divididos entre processadores x86, Pentium e outros.

Entre 2009 e 2010, a expectativa da FGV é de que o mercado total de microcomputadores (corporativo e de consumo) salte dos atuais 40 milhões para 60 milhões. Deste montante 60% das máuqinas já devem contar com outros processadores, 33% contar com chips Pentium 4 e os 7% restantes com modelos Pentium III, XT e Pentium II.

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