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Conheça o comportamento do Safari rodando no Windows

Saiba como se comporta o navegador da Apple em sistemas equipados com o sistema operacional da Microsoft

Por Narasu Rebbapragada, especial para PC WORLD*

13/06/2007 às 11h31

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Saiba como se comporta o navegador da Apple em sistemas equipados com o sistema operacional da Microsoft

A versão beta do navegador Apple Safari 3, tanto para Mac OS X quanto para o Windows XP, tem um desempenho razoavelmente bom, ainda que suas funcionalidades não sejam drasticamente diferentes daquelas que já estão disponíveis no Firefox 2 e Internet Explorer 7.

Na parte visual, não notamos nenhuma diferença da versão para Windows no Safari 3 em relação a renderização de foto.

Contudo, o texto no Safari é mais escuro e borrado do que o mesmo no Firefox e Internet Explorer.

O Safari 3 importa automaticamente os favoritos do IE7 e do Netscape/Mozilla. É também possível importar os favoritos perante um comando na barra de ferramentas.

Já no Firefox, é possível arrastar e soltar as pastas de favoritos em um gerenciador de favoritos, muito fácil de usar.

A Apple garante que a versão para o Windows do Safari 3 é até duas vezes mais rápida do que o IE 7 e 1,6 vez mais rápida do que o Firefox, de acordo com testes independentes apresentados pela Apple.

Aparentemente, os testes de carregamento parecem sustentar a declaração, mas – no mundo de hoje – fatores como design do site e velocidade da conexão têm um efeito muito maior no tempo de carregamento da página, do que o navegador escolhido.

Nós realizamos alguns testes informais para definir o uso de memória e, neste ponto, o Safari foi o pior.

O navegador da Apple usou uma média de 45 MB, valor significativamente maior do que o registrado nos outros navegadores.

O Opera 9, por exemplo, usou apenas 27 MB, enquanto o Firefox 2 gastou 31 MB e o Internet Explorer 7, 34 MB. Isso, contudo, só será notado caso o usuário tenha tenha um PC com pouca memória disponível.

Segurança
Safari não utiliza o Active X e isso evita os problemas de spyware que inundam o Internet Explorer.

No entanto, não é imune à outras pragas que assolam os navegadores, da mesma forma que o Firefox também é vulnerável. É provável que, agora, o Safari vire alvo; um pesquisador afirma que já encontrou uma vulnerabilidade potencial.

A notícia do Safari rodando em Windows é muito relevante, com grande potencial de integração com as versões para PC do iTunes e do QuickTime.

O navegador já está funcionando, mas tem algumas falhas e sofre da falta do ecossistema que possuem Firefox e Internet Explorer. Mas a presença somada nos Mac, Windows e – em pouco tempo no iPhone – podem mudar esse cenário.

* Narasu Rebbapragada é repórter da PC WORLD nos Estados Unidos.

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