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Pequim é o principal ponto de partida de softwares maliciosos

Levantamento mostra que 40% dos malwares mundiais são provenientes de computadores da China

Por Jeremy Kirk, para o IDG Now!*

02/07/2007 às 17h24

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Levantamento mostra que 40% dos malwares mundiais são provenientes de computadores da China

No mês de junho, 40% dos softwares maliciosos de ação mundial vieram de Pequim - o dobro se comparado ao mês de maio, quando a cidade respondia por 21% dos malwares, segundo dados da empresa de segurança Network Box Corp.

No entanto, a emissão de spams a partir de Pequim diminui de 11% para 5% no mesmo período, afirma Simon Heron, diretor da Network Box Corp.

Pequim assume a liderança em número de malwares, seguida por Wattleup, na Austrália com 3,7%, e Madri, na Espanha , com 2,5%, de acordo com o estudo.

A porcentagem é calculada pela análise dos dados de 700 clientes utilizando a aplicação de segurança da Network Box, que inclui um firewall, antispam, antivírus, antiphishing e filtros de conteúdo. A empresa recolhe cerca de 4 milhões de amostras de softwares maliciosos por dia.

Conforme cresce o número de usuários na China, com softwares piratas e sem atualizações de segurança, há uma grande chance de esses computadores serem atacados por hackers de outras partes do mundo, segundo a empresa de segurança.

Os computadores chineses infectados por malwares, que são usados para mandar spams e tornar mais difícil filtrar o spammer, são tão valiosos que gangues de hackers estão competindo para controlar as máquinas, afirm Heron.

*Jeremy Kirk é editor do IDG News Service em Londres

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