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Brasileiro dono de um iPhone relata primeiras impressões

Fabrício Thiebaut, que vive há 10 anos nos Estados Unidos, enfrentou fila para garantir o seu próprio presente de aniversário

Por Daniela Moreira, repórter do IDG Now!

03/07/2007 às 10h23

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Fabrício Thiebaut, que vive há 10 anos nos Estados Unidos, enfrentou fila para garantir o seu próprio presente de aniversário

Às vésperas do seu aniversário de 32 anos, o brasileiro Fabrício Thiebaut, que vive há 10 anos nos Estados Unidos, tornou-se o feliz proprietário de um iPhone - não sem antes enfrentar uma fila de 50 pessoas e quase ficar sem o desejado presente, quando o estoque da loja da AT&T em Coconut Creek, na Flórida, simplesmente acabou.

“Eles só tinham uns 30 aparelhos, 15 de cada modelo”, contou o brasileiro, falando dos Estados Unidos, diretamente do seu recém-adquirido iPhone. Para alívio de Fabrício e do resto da fila, uma alma caridosa que passava por ali avisou que a loja da Apple em um shopping próximo tinha iPhones de sobra e o brasileiro - seguido da tropa de “iPhonemaníacos” - correu para lá para garantir o seu.

Assim como outros usuários que optaram por transferir seu número para a AT&T em vez de adquirir uma nova linha (lá nos Estados Unidos, a portabilidade numérica já uma realidade e o usuário pode levar seu número quando muda de operadora), Fabrício teve que aguardar um tempinho para ver seu novo “brinquedo” funcionando - 24 horas desde o momento da ativação, pelo iTunes.

A espera compensou. “É ótimo, é muito fácil de mexer”, disse o brasileiro, confirmando as impressões dos especialistas sobre a interface do iPhone. Fabrício também elogiou a resolução da tela e se impressionou com as fotos tiradas na câmera de 2 megapixels do aparelho.

O brasileiro testou recursos badalados do aparelho - como o Google Maps (para navegação por mapas) e o browser Safari - e aprovou. “A navegação com os dedos é muito mais fácil. O teclado também funciona bem, apesar de passarem alguns erros - as teclas são bem menores que os dedos”, ele comenta.

Com a nova aquisição, Fabrício já vendeu o antigo iPod. “Ele substitui vários aparelhos. Posso ouvir músicas, posso navegar na internet quando estou fora de casa ou do trabalho, posso me localizar sem precisar do GPS”, aponta.

Os testes com a tecnologia Wi-Fi também foram bem-sucedidos. “Ele localiza as redes sem fio automaticamente. Na minha casa, ele lista tanto a minha rede quanto as dos meus vizinhos. É só escolher”, relata ele.

Sobre o design, o brasileiro opina: “é bastante fino, embora um pouco pesado”. Em relação ao preço, Fabrício defende que ele “não é tão caro, pelos recursos que oferece”. Os gastos com a operadora também não vão aumentar:  ele trocou um plano de 55 dólares por mês, da MetroPCS, pela opção de 60 dólares da AT&T, com dados ilimitados e 450 minutos para falar.

Além das inovações tecnológicas, o aparelho traz uma vantagem adicional: aumento instantâneo de prestígio do proprietário. “Todo mundo fica louco quando vê, quer mexer, ver funcionando”, relata o brasileiro, que anda com a popularidade em alta na terra do Tio Sam graças a Steve Jobs e seu telefone arrasa-quarteirão.

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