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Conecte o seu notebook a uma rede sem fio

Depois de comprar um laptop, aprenda a entrar em uma rede wireless e entenda os principais planos de acesso

Por Redação do IDG Now!

03/08/2007 às 11h30

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semfio_segura100Seja pela insistência de seus conhecidos, pelas ótimas promoções nas prateleiras de magazines e lojas de informática ou por pressão do seu chefe, finalmente você conseguiu comprar um notebook.

A transição de um desktop, acomodado sem qualquer mudança na sua mesa, para um computador portátil exige uma série de cuidados que, depois de algumas situações desconfortáveis, o usuário começa a se acostumar.

No balaio das novas preocupações que usuários precisam ter com um notebook novo, além de segurança e bateria, está o acesso sem fios à internet.

De tão importante, o acesso às redes Wi-Fi já se tornou obrigatório até mesmo em portáteis com configuração menos poderosa - tente encontrar em alguma prateleira atual um portátil abaixo dos três mil que não tenha o tal acesso.

Caminhos dentro da máquina

Notebook quitado, é hora de efetivamente ter acesso à internet sem fio. Para isto, é preciso seguir alguns passos básicos dentro do seu sistema operacional.

Ainda que tenham diferenças pontuais, os sistemas operacionais Windows XP, Ubuntu e Mac OS X apresentam sistemas muito parecidos de conexão a redes sem fio.

Ao detectar qualquer sinal sem fio, os três listam as redes sem fio disponíveis, com indicações sobre a presença ou não de criptografia.

A configuração do Windows XP é feita a partir da janela pop-up que pula no canto inferior direito da tela - ao clicar sobre ela, a janela com as redes disponíveis é apresentada.

O conjunto de barras coloridas demonstra a potência do sinal - se todas estiverem
verdes, o sinal está muito perto e a chance tanto da conexão ser feita com sucesso como da navegação ocorrer sem problemas é grande.

No Windows, a segurança é demonstrada pelo ícone no formato de cadeado. No
Ubuntu, uma espécie de escudo vermelho demonstra a presença ou não de criptografia, enquanto uma barra na cor tradicional laranja do sistema indica a potência do sinal.

Diferentemente do Windows, a ferramenta de assistência tanto do Ubuntu como do Mac OS X para redes sem fio está no canto direito da barra superior onde os sistemas listam seus principais aplicativos.

Ao configurar uma rede sem fio usada freqüentemente, os três sistemas guardam suas preferências para que, sempre que você voltar a usar o mesmo sinal, não seja necessário outra configuração.

Este benefício, presente nos três sistemas operacionais, torna a configuração de redes sem fio extremamente simples, já que não há a necessidade constante de alternar sinais ou definir senhas de acesso.

Nada é de graça

O sinal de internet pode estar sendo transmitido livremente pela região onde está um hotspot, mas isto não significa que ela é gratuita.

Assim como sua conexão de banda larga ou seu acesso dial-up domésticos, é necessário escolher e pagar por um plano para internet sem fio.

Neste campo, o sistema obedece à mobilidade oferecida pela tecnologia sem fio. Enquanto houver cobertura do seu provedor, você se conecta à rede, oferece a senha fornecida após o pagamento e navega normalmente.

Principal provedora de acesso Wi-Fi no Brasil, a Vex oferece a estrutura de seus hotspots para que diversas operadoras, como UOL, aJato, Embratel, Terra, Oi e Sercomtel, que ofereçam planos de acesso.

As categorias de acesso também são dinâmicas: ao invés apenas do plano mensal, assim como o disponível para conexões fixas, o usuário pode contratar o acesso wireless por apenas um dia por pouco mais de dez reais.

Ainda que com cobertura menor que a da Vex, a Telefônica também é opção de provedora de acesso sem fio com seu Speedy Wi-Fi, que também oferece planos de 90 minutos, 24 horas ou um mês de acesso às redes sem fio.

Ao abrir o notebook em um café perto da sua casa, porém, você percebeu que, na lista de redes encontradas pelo Windows, há algumas com cadeados que pedem uma senha de acesso.

Na língua técnica, isto se chama criptografia: um usuário coloca senha na sua rede para que apenas os micros que ele deseja acessem o sinal, e não qualquer um que esteja passando na rua com um notebook, como você.

Mesmo assim, na lista ainda há exemplos de rede que não têm ícones de cadeado e onde é possível completar normalmente uma conexão. Por que então pagar por um plano de acesso? Por dois fatores principais.

O primeiro tem relação com segurança e atende pelo nome técnico de “man in the middle”. Neste tipo de ataque digital, um cracker pode forjar uma rede sem fio para que todos os dados trocados no sinal, como senhas de bancos online ou de e-mails, sejam interceptados e vasculhados.

O segundo é a disponibilidade. Não é sempre que você encontrará uma rede sem fio sem qualquer tipo de proteção dando sopa para você mandar aquele e-mail urgente ou atualizar seu blog enquanto estiver de bobeira.

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