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Para Intel, mercado brasileiro de PCs é sofisticado

De acordo com Ricardo Carreón, diretor geral da companhia para América Latina, Brasil mantém taxas de crescimento de país emergente, mas usuários têm maturidade de economias maduras

Por Alexandre Scaglia, do COMPUTERWORLD

03/08/2007 às 12h13

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De acordo com Ricardo Carreón, diretor geral da companhia para América Latina, Brasil mantém taxas de crescimento de país emergente, mas usuários têm maturidade de economias maduras

O rápido crescimento das vendas de notebooks (que saltaram de 5% da base em 2005 para perto de 13% neste ano), a rápida adoção de novas tecnologias de processamento, o surgimento de serviços como vídeo on-demand pela internet e a crescente oferta de equipamentos com foco em nichos são, na opinião da Intel, alguns dos sinais da sofisticação do mercado nacional de computação.

“A tendência é que essa sofisticação se acelere nos próximos anos”, afirma Ricardo Carreón, diretor geral da companhia na América Latina. “O jeito de usar computador no Brasil é parecido com mercados maduros. No entanto, o País mantém taxas de crescimento de países emergentes.”

Também o papel do governo tem sido importante para essa realidade, afirma Carreón. “Iniciativas como um computador por aluno ou a adoção do ‘notebook de US$ 100’ mostram isso”, diz o executivo. O diretor geral da Intel faz questão de ressaltar que esse tipo de projeto sempre demanda investimentos muito maiores em infra-estrutura, que diversas vezes passam despercebido.

No mercado corporativo

Outros exemplos da excelência nacional no uso de tecnologia são a oferta cada vez maior de serviços gerenciados e projetos de grandes corporações com foco em tecnologias de ponta. “Os serviços gerenciados oferecem talento centralizado e minimizam o deslocamento de pessoal, entre outros benefícios. Por isso esperamos alto crescimento nas pequenas empresas, pela facilidade de adoção, e em grandes organizações, em busca de simplificar ambiente de tecnologia”, conta Carreón.

De olho nesse amadurecimento, a Intel vem trabalhando na estruturação de ofertas específicas e na homologação de soluções específicas para o setor de saúde, que “não tem, até agora, um investimento em tecnologia adequado à sofisticação do segmento”, opina Carreón. “Nos EUA e na Europa esse é um dos setores líderes em TI, com grande participação no PIB”, ilustra.

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