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Google afirma que usuários do YouTube decidirão se querem ver anúncios

Apenas usuários que assinarem o serviço InVideo terão anúncios inclusos em seus vídeos. Maioria do conteúdo não terá publicidade

Por Dan Nystedt, para o IDG Now!*

24/08/2007 às 16h59

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Apenas usuários que assinarem o serviço InVideo terão anúncios inclusos em seus vídeos. Maioria do conteúdo não terá publicidade

Um porta-voz do Google informou, nesta sexta-feira (24/08), que apenas os vídeos cujos autores tenham assinado o serviço InVideo terão anúncios, deixando a maioria dos vídeos do YouTube sem propagandas.

A empresa está buscando feedback sobre o serviço da publicidade, já que um grande número de usuários ameaçou abandonar o site de compartilhamento de vídeos caso o serviço de anúncios, o InVideo, não seja aprimorado.

O número de comentários que usuários incluíram em resposta a um post no blog do YouTube, mencionando o InVideo, passou de 132 na quinta-feira (23/08) para 669 nesta sexta-feira.

Os anunciantes terão maior audiência com este modelo de publicidade, mesmo que a empresa os posicione em um pequeno número de vídeos. O número de pessoas que clicaram para assistir a um anúncio do InVideo foi de 5% a 10% maior que o número de cliques em um banner padrão, informou a empresa.

“Nossos usuários não são tímidos para nos contar o que gostam ou não, então temos de ser cuidadosos”, declarou o gerente de produtos do YouTube, Shashi Seth, em um anúncio por e-mail.

O InVideo, lançado na quarta-feira (22/08), dispõe anúncios que ocupam 20% da parte inferior dos vídeos - a pessoa pode clicar para assisti-lo e, se não o fizer, ele simplesmente desaparecerá.

Apesar da empresa ter desenvolvido anúncios que inferfiram o mínimo possível na navegação, os usuários reclamam que 20% é um espaço muito grande para ocupar no vídeo.

O YouTube planeja continuar com o InVideo, e espera “tornar os anúncios uma parte importante do modelo para vídeos online”, declarou o integrante da equipe de comunicação corporativa do Google, Aaron Zamost.

A empresa utiliza um software que torna os vídeos compatíveis com os anúncios.

*Dan Nystedt é editor do IDG News Service em Taipé

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