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Laboratório-fábrica de placas eletrônicas terá investimentos de R$ 15,6 mi

LABelectron Nucleador é uma evolução do Labelectron, um laboratório-fábrica de placas eletrônicas em pequenas séries

Por Redação do IDG Now!*

27/08/2007 às 15h15

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LABelectron Nucleador é uma evolução do Labelectron, um laboratório-fábrica de placas eletrônicas em pequenas séries

Foi lançado na última sexta-feira (24/08), em Florianópolis (SC), o projeto LABelectron Nucleador, o primeiro do Programa Prioritário HardwareBR, uma iniciativa do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), apoiado pelo Comitê de Avaliação de Tecnologia da Informação (Cati).

O LABelectron Nucleador é uma evolução do Labelectron, um laboratório-fábrica de projeto e manufatura de placas eletrônicas em pequenas séries, e demandará investimentos da ordem de 15,6 milhões de reais em dois anos e meio. Estes recursos serão captados por meio de aportes de empresas investidoras em P&D via Lei de Informática.

Lançado em 2002 pela Fundação Certi, em parceria com as empresas Alcatel e Megaflexsul, com apoio do governo federal e estadual, o LABelectron atendeu neste sete anos cerca de 50 empresas e atingiu a marca de 225 milhões de componentes montados em 907 mil placas eletrônicas.

O conceito de laboratório-fábrica permite que a infra-estrutura utilizada em atividades de P&D seja compartilhada para atendimento a demandas das empresas na manufatura de placas eletrônicas, com destaque para a prototipagem, pré-séries e pequenas séries.

O grande diferencial  é a possibilidade de produção competitiva em pequenas séries, com flexibilidade e customização, atendendo às necessidades das pequenas e médias empresas que não têm demanda para produção em larga escala.

"Hoje, a tendência que se observa é a crescente diversificação e customização de produtos, o que exige uma produção em menores volumes, associada a uma maior flexibilidade e agilidade, demandando sistemas produtivos competitivos em pequenas séries", explica o Superintendente de Operação da Certi, Günther Pfeiffer.

A Ásia é hoje a maior produtora mundial de eletrônica e a principal fornecedora do Brasil. Mas Pfeiffer acredita que o País tem oportunidades em nichos específicos, como o naval, o aeroespacial, a instrumentação, além da demanda de suporte às pequenas e médias empresas nos desafios de inserirem eletrônica ou acompanharem o desenvolvimento tecnológico para manterem seus produtos no mercado.

*Com informações da Agência CT.

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