Home > Notícias

YouTube: mais do que publicar

Por Redação da PC WORLD

30/08/2007 às 11h30

Foto:

Publicar um vídeo no YouTube é fácil: basta abrir a conta e fazer o upload. No entanto, para ganhar dinheiro com um filme, publicá-lo com qualidade de som e imagem e fazer com que adquira fama na web é mais complicado.

Confira algumas dicas para aproveitar melhor seu vídeo e veja também softwares necessários para fazer um upload a partir de seu celular.

Qualidade de vídeo: o Blip.tv ganha destaque aqui porque permite que o usuário faça stream e/ou baixe o vídeo com a qualidade do arquivo original. E a compressão DivX do Divx Stage6 também apresenta alta qualidade.

A maioria dos serviços que testamos convertem uploads de vídeo em arquivos Flash 8 de boa (mas não ótima) aparência, que fazem uso do codec On2 VP6. Por outro lado, alguns sites, como o YouTube, ainda usam o formato Flash 7, de baixa qualidade, que depende do velho codec Sorensen Spark.

O Blip.tv permite aos usuários fazer stream ou download com a qualidade do arquivo original, também permite disponibilizar o vídeo para reprodução em iPod ou celulares.

O Vimeo também possibilita download, mas não stream, com a qualidade do vídeo original; e o DivX Stage6, nosso serviço número dois, permite que o usuário faça stream ou download dos arquivos originais.

O Stage6 requer que você converta o vídeo para o formato DivX antes de fazer o upload. Mas o site faz um link para o software gratuito de conversão (Dr. DivX), e a qualidade do vídeo resultante  está entre as melhores que vimos fora de um vídeo original – o que é impressionante, dado que o software precisou de apenas um minuto para deixar nosso arquivo teste com apenas 10,5MB.

O jogo da fama: se você quer que o seu vídeo seja visto pelo maior número possível de pessoas, vá atrás do público. Na Coréia do Sul, isso significa usar o Cyworld; já na França seria do caso do Dailymotion. O resto de nós usa o YouTube mesmo. Mas você pode tentar o MySpaceTV ou o Google Vídeo.

Fazendo dinheiro: Se a idéia for produzir conteúdo independente para obter lucro, o Blip.tv, Brightcove, MEtacafe, Rewer e Veoh dividem os ganhos de propaganda com o usuário, 50% para cada um.

Gostamos particularmente de um atributo do Rewer no qual você ganha 20% dos rendimentos dos vídeos que compartilha (digamos, na sua página Rewer ou num blog pessoal), mesmo que o vídeo não seja seu; os 80% restantes são divididos entre o criador do vídeo e do Rewer.

Portáteis: o Blip.tv e o Jumpcut permitem upload de vídeo capturado com a câmera do celular anexando o vídeo a uma mensagem de e-mail, enquanto que o YouTube usa as capacidades de MMS (Multimedia Message Service) do seu telefone. Mas em nossos testes prévios com um smartphone Palm Treo 750, não conseguimos fazer upload de vídeos com mais de cinco segundos de duração na máxima resolução do aparelho porque o serviço da operadora limitava o envio de MMS em 300KB.

Pense antes de linkar: mesmo se estiver postando um vídeo embutido no seu blog pessoal, a maioria dos players que vimos tem um link que leva ao site original de alguma forma. Esse tipo de relação pode fazer com que você acabe vendo comentários, vídeos ou propagandas que algumas pessoas podem considerar inapropriados. Muitos sites possuem “filtros familiares” que são ativados por padrão, mas ainda é melhor verificar o que cerca o vídeo antes de enviar e-mails para os amigos e familiares.

Proteja seus direitos autorais: certifique-se de ler os termos e condições de compartilhamento de vídeo dos sites cuidadosamente antes de fazer um upload.

A maioria daqueles que olhamos possui acordos de licenciamento sob termos no qual você concede ao serviço o direito de fazer coisas como hospedar, transcodificar, distribuir e gerar renda em cima dele. Geralmente esses são acordos padrões que permitem ao usuário ter controle sobre o direito autoral e poder remover o vídeo quando e quantas vezes desejar.

Muitos sites informam aos visitantes que o seu vídeo é uma obra protegida – fora de domínio público. Alguns, como o Blip.tv e Rewer, permitem até o uso de algumas licenças de criação que possibilitam a você decidir se você quer ou requer atribuição, uso comercial restrito ou permite modificações e reuso sob certos termos.

Junte-se a nós e receba nossas melhores histórias de tecnologia. Newsletter por e-mail Newsletter por e-mail