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Web 2.0 afeta comportamento do consumidor e apóia empresas, diz estudo

Interatividade ajuda a desenvolver produtos, vender e fixar marcas

Por Redação do IDG Now!

25/10/2007 às 14h05

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Um estudo da Booz Allen Hamilton, revelado nesta quarta-feira (24/10), mostrou, por meio de referências do movimento de Web 2.0, que a atual interatividade online afeta o comportamento do consumidor e cria oportunidades às empresas.

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Segundo o levantamento, 50% dos internautas mundiais acessam sites de relacionamento. Dessa forma, serviços que englobam o conceito de Web 2.0 totalizam mais de 420 milhões de usuários.

As redes sociais têm considerável freqüência de acesso. Dos brasileiros, 76% revelam este comportamento, liderando o ranking no qual segue a Alemanha (73%), Estados Unidos (71%) e Inglaterra (41%). No Oriente Médio, a assiduidade ainda é baixa - apenas 15 de usuários.

O estudo também mostrou que há tendência ao acesso destas plataformas fora das residências. Na Alemanha, 86% dos usuários do MySpace acessam este site fora de casa. Já no Brasil, o total é de 67%.

Dos membros desta rede social, 50% possuem menos de 25 anos de idade, e 24% têm de 35 a 49 anos de idade.

Destes mesmos integrantes, mais da metade criou seu próprio conteúdo. Nos Estados Unidos, a incidência foi de 78%, no Brasil, 70%, e na Inglaterra, 51%.

Há pouca preocupação destes usuários com a privacidade e segurança dos dados. No Brasil, 58% permitem livre acesso as mensagens enviadas pelo MySpace - não só aos amigos, mas a qualquer usuário. Na Alemanha, 73% têm a mesma atitude.

O estudo revela que, em todo o mundo, em torno de 50% dos usuários da Web 2.0 confiam em recomendações alheias - sejam elas de conhecidos ou não. Um pouco acima da média, com 56%, estão os brasileiros.

A era da interatividade também influencia as compras online - 40% dos usuários se mostram confiantes em opiniões alheias.

Baseadas nestas indicações, as empresas têm em serviços do tipo uma grande oportunidade para desenvolver produtos com custo menor, graças aos fóruns online e outras plataformas onde os usuários revelam o que querem.

Além disso, surgem novos canais online para vendas e marketing, além da interatividade possibilitar a criação de um serviço de atendimento eficiente na internet.

A facilidade em criar vínculos com os consumidores também aumenta com a interação.

O estudo ocorreu entre agosto de 2006 e janeiro de 2007, com 4.600 pessoas no Brasil, Oriente Médio, Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos.

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