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Vendas mundiais de discos rígidos crescem 21% e preços caem

Preço de HD para notebook caiu de US$ 86 para US$ 53, informa iSuppli

Por IDG News Service / EUA

08/11/2007 às 16h29

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A concorrência com a memória flash, bem como o aumento das vendas de PCs e eletrônicos de consumo provocaram a queda de preços e o aumento da demanda por discos rígidos, informa uma pesquisa da iSuppli divulgada na quarta-feira (07/11).

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O valor médio de um disco rígido para notebook, por exemplo, caiu de 86 dólares, no terceiro trimestre de 2006, para 53 dólares no mesmo período deste ano. Já o preço de um HD para desktop caiu de 52,75 dólares para 51 dólares em um ano.

Mundialmente foram vendidos 134 milhões de discos rígidos no terceiro trimestre de 2007, o que revela um aumento de 21% sobre as vendas de 114 milhões de unidades registradas no mesmo período do ano passado, segundo a iSuppli.

A queda de preços também se deve à competição acirrada entre seis fornecedores de HDs: Seagate, Western Digital, Hitachi Global Storage Technologies, Fujitsu, Toshiba e Samsung, destacou Krishna Chander, analista sênior da iSuppli.

Os discos rígidos mais populares para notebooks estão na média de 100 Gigabytes (GB) de capacidade, apresentando um valor médio de 50 dólares no mercado. Já os PCs mais populares, vendidos especialmente na Ásia, com HDs mais baratos - 40 dólares para um disco de 80 GB -  ajudaram a reduzir o preço deste componente, destacou Chander. Já o valor de HDs de 320 GB é de 65 dólares, destaca a iSuppli.

Os preços dos discos rígidos também foram afetados pela evolução da tecnologia de memória flash, alerta Chander, especialmente com a entrada da tecnologia no mercado de armazenamento de dados.

Os Solid-state drives (SSDs), eleitos por muitos como os substitutos dos discos rígidos, custam atualmente entre 7 e 10 dólares por Gigabyte (GB), o que os torna muito mais caros em relação dos HDs magnéticos para desktops, onde o custo por Gigabyte varia de 20 a 30 centavos de dólar, diz Chander. Além disso, os SSDs ainda têm questões ligadas a longevidade e armazenamento, o que deve manter a alta demanda pelos HDs tradicionais por muitos anos.

"Os dados em SSDs serão mantidos por dez anos, enquanto a maioria dos HDs será preservada por 50 anos ou mais, dependendo de como os dados são acessados", compara Chander, observando que esta relação pode mudar no futuro.

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