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Anatel conclui leilão de freqüências de rádio para telefonia móvel

Processo iniciado em setembro é concluído com o leilão de 77 áreas. Oi registrou maior gasto para o arremate de 25 áreas

Por Redação do Computerworld

28/12/2007 às 14h23

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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) concluiu na quinta-feira (27/12), com o leilão de dois lotes em São Paulo, a licitação iniciada em setembro para uso de radiofreqüência em telefonia móvel no país.

Segundo
o superintendente de Serviços Privados da Anatel, Jarbas José Parente,
das 105 áreas oferecidas no edital, 77 foram leiloadas com o resultado
de hoje.

Depois de disputar com a Unicel do Brasil
Telecomunicações, a operadora Oi entrou no mercado paulista de
telefonia móvel e arrematou o lote um por 110,25 milhões de reais, com
ágio de 162,64% em relação ao preço mínimo do edital.

O lote em
questão abrange todo o estado de São Paulo, menos a capital e 62
municípios vizinhos. Também estão fora do lote 23 municípios da região
de Franca, Batatais e Brodósqui.

A Oi também arrematou o segundo
lote, referente à capital paulista e municípios da região metropolitana
de São Paulo. Sem a concorrência da Unicel, que não apresentou
proposta, a Oi ofereceu 1,55 milhão de reais, com ágio de apenas 1,02%.

Com
os leilões de hoje sobe para 682,064 milhões de reais o total licitado
pela Anatel e a agência atinge a meta de ter pelo menos quatro grandes
operadoras em cada área de telefonia móvel. “Isso garante a
concorrência, com serviços de qualidade", avalia Jarbas Valente.

A empresa com maior participação financeira foi a Oi, que arrematou 25
lotes por 336,165 milhões de reais. Em seguida vêm a Vivo, com 13 lotes
e R$ 169,716 milhões; a TIM, com 14 lotes e R$ 89,397 milhões; e a
Claro, que arrematou o maior número de lotes (26) por 86,776 milhões de
reais.

A novidade ficou por conta da participação da empresa
Options Computadores e Eletrônica, que vai operar telefonia móvel no
município de Paranaíba (MS) e desembolsou 9,3 mil reais.

A
licitação concluída foi aberta em setembro, mas o leilão dos dois lotes
em questão foi transferido para a quinta-feira (27/12) porque a Unicel
tinha apresentado carta de fiança em nome da Agência Nacional de
Energia Elétrica (Aneel), em vez da Anatel. O erro provocou o atraso de
três meses na conclusão da licitação.

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