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Ataques exploram assassinato de Bhutto para infectar desktops

Links falsos de buscas levam usuário a instalar codecs para assistir vídeo em alta definição sobre o caso, que carrega vírus

Gregg Keizer, editor do Computerworld, de Framingham

28/12/2007 às 18h07

Foto:

Algumas horas após o assassinato da ex-premiê do Paquistão, Benazir Bhutto,
na quinta-feira (27/12), crackers começaram a distribuir ataques online, levando
os internautas a sites que supostamente têm um vídeo de alta definição sobre o
caso, alertaram as empresas de segurança de dados McAfee, Symantec e
WebSense.

As buscas frequentes por notícias do assassinato levaram
crackers a criarem sites maliciosos que podem ser encontrados em uma simples
busca por “benazir” no Google, segundo a WebSense. A McAfee, por sua vez,
localizou dez sites hospedados no Blogger.com, que espalhavam o vídeo
malicioso.

Os sites levam os usuários do sistema operacional Windows a
instalarem um novo codec para assistirem ao suposto vídeo de alta definição. O
codec é uma variante do cavalo-de-tróia Zlob, um backdoor que infecta o PC
comprometido com uma série de outros malwares.

Outros crackers optam por
ataques conduzidos, instalando malwares quando os usuários visitam os resultados
de busca por ‘Benazir Bhutto’. Muitos sites mostrados pelos buscadores possuem
scripts maliciosos, que apontam para o domínio 3322.

Pessoas mal
intencionadas também estão se aproveitando das datas festivas para infectar
máquinas. A praga Storm já está em sua terceira
variante
na semana - começando pela véspera de Natal e chegando a temas de
Ano Novo.

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