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Indústria de música cresce no Brasil, mas cai 7% no mundo em 2009

Dados estão em relatório anunciado nesta quarta-feira pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica

Redação do IDG Now!

28/04/2010 às 15h38

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A venda global de músicas caiu 7% em 2009. No entanto, 13 países, incluindo o Brasil, apresentaram crescimento de mercado, informou nesta quarta-feira (28/4) a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês). Os dados fazem parte do relatório Recording Industry in Numbers 2010, lançado hoje.

De acordo com a organização, a venda digital em alguns mercados cresceram "a taxas encorajadoras". As maiores taxas de crescimento foram as da Coreia de Sul e da Suécia. Outros países que apresentaram crescimento foram Austrália e Reino Unido.

O CEO da IFPI, John Kennedy, faz elogios a iniciativas de legislação antipirataria na França e no Reino Unido. "Há uma grande batalha à frente, mas [essas iniciativas] indicam que a maré da opinião entre governos está mudando, à medida que o impacto da pirataria na economia e no nível de emprego se tornam claros", diz, em comunicado.

Dados divulgados pela entidade indicam que a queda no tamanho do mercado fonográfico global foi de 7,2%, atingindo 17 bilhões de dólares em 2009. A maior parte desse impacto foi provocada pelos mercados dos EUA e do Japão, já que considerado o resto do mundo a queda foi menor (3,2%).

Já a venda de música digital cresceu 9,2%, alcançando 4,3 bilhões de dólares - um aumento de cerca de 360 milhões em relação ao ano anterior. Os canais digitais respondem agora por 25,3% de todo o comércio da indústria fonográfica e, nos Estados Unidos, essa participação é ainda maior: 43% do mercado, segundo a IFPI.

A organização estima que existam 12 milhões de músicas disponíveis para download ou streaming em 400 serviços legalizados de música em todo o mundo, incluindo iTUnes e YouTube.

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