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Intel lança segunda geração da placa Galileo para comunidade “maker”

A placa é a primeira compatível com Arduino e equipada com Intel® Quark SoC X1000, tecnologia para a Internet das Coisas e computação vestível

Da Redação

23/07/2014 às 17h07

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A Intel anunciou hoje a nova versão da placa Galileo, um “single board computer” (computador em uma única placa) compatível com Arduino*, baseada em sua arquitetura. A nova Intel® Galileo Gen 2 foi criada para uso de desenvolvedores, estudantes, professores e entusiastas de tecnologia e é equipada com um system-on-a-chip da família Quark, de produtos com baixo consumo e núcleos pequenos.

A primeira versão da placa Intel® Galileo foi anunciada na Maker Faire 2013 evento que reúne entusiastas de tecnologia e inventores de todas as idades. Ela pertence a uma família de prototipagem e desenvolvimento de plataformas versáteis, concebidas para oferecer facilidade de programação para desenvolvedores iniciantes, artistas e uma comunidade de entusiastas que desenvolve suas próprias soluções de hardware, de robôs e monitores de saúde a sistemas de media center.

A Intel® Galileo Gen 2 combina a possibilidade de desenvolvimento para soluções simplificadas com o poder de um processador Intel® Quark™ SoC X1000. Para programação, o usuário usa o ambiente de desenvolvimento da Arduino, com a qual a Intel fechou parceria para a Galileo, e Linux*.

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Diversas melhorias foram aplicadas na nova placa, considerando o feedback da comunidade ativa de usuários. Agora a Galileo tem melhor desempenho GPIO; sinalização PWM mais precisa, para um melhor controle motor; uma variedade de novas interfaces de entrada/saída, para conexões mais fáceis. E para os usuários que procuram expandir as suas capacidades ainda mais, a placa é compatível com Power-over-Ethernet.

No lançamento da Galileo, Mike Bell, vice-presidente e gerente geral do grupo de novos dispositivos na Intel, destacou o interesse da empresa em ampliar o contato com a comunidade maker e descobrir oportunidades de negócio nos mercados de “dispositivos vestíveis” e “internet das coisas”. "As pessoas querem ser capazes de usar nossos processadores para fazer coisas criativas”, disse Bell. “Todos os produtos mais legais estão vindo da comunidade maker”.

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