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iPhone 4S: recurso Siri “se nega a falar” sobre temas como aborto

Segundo a Apple, que respondeu às criticas de organizações de direitos humamos, não se trata de censura; recurso controlado por voz ainda está em fase beta

Macworld / Reino Unido

01/12/2011 às 11h18

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A Apple respondeu às críticas de organizações de direitos humanos sobre a falha do seu recurso de assistente pessoal controlado por voz Siri em entender questionamentos sobre controle de natalidade e aborto. Vale lembrar que a nova tecnologia permite ao usuário fazer perguntas ao aparelho, que se conecta aos servidores e oferece respostas.

De acordo com o jornal americano New York Times, a Apple atribuiu o fato do recurso exclusivo do iPhone 4S não “conhecer” esses tópicos por ainda ser um produto em fase beta.

“Nossos consumidores querem usar o Siri para descobrir todos os tipos de informações, e apesar de conseguirem encontrar muita coisa, ele nem sempre acha o que você está procurando. Essas não são omissões intencionais feitas para ofender alguém. Simplesmente significa que à medida que trazemos o Siri da fase beta para um produto final, encontramos lugares onde podemos melhorar e faremos isso nas próximas semanas”, afirmou a porta-voz da Apple, Natalie Kerris, em entrevista ao NYT.

No início da semana, o jornal publicou que blogueiros notaram a aparente inabilidade do Siri em direcionar seus usuários para clínicas de aborto (legalizado em alguns estados dos EUA), apesar de alguns casos o recurso ter oferecido direções para centros de gravidez antiaborto.

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Recurso Siri, do iPhone 4S: pergutans sem respostas

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