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Lentidão em testes e alta demanda pelo Atom atrasa produção dos chips

Por ser mais barato, Atom não é prioridade nos testes da Intel, o que tem atrasado produção do chip voltado a ultraportáteis.

ComputerWorld/EUA

08/09/2008 às 14h44

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Um entrave nos testes do chip Atom, da Intel, está causando  atraso na produção do processador, exatamente quando mais fabricantes de computadores estão procurando incluir o chip em seus ultraportáteis, os chamados netbooks.

A chefe de finanças da Intel, Stacy Smith, revelou os primeiros problemas de produção em julho, culpando a demanda de mercado pelo chip Atom, maior do que a esperada pela empresa.

A Asustek Computer já optou por usar um chip mais antigo da Intel, o Celeron M 353, em dois modelos de sua popular linha Eee PC por conta do atraso no lançamento do Atom.

Um porta-voz da Intel confirmou, no final de agosto, que o entrave nos testes estava limitando a produção, mas ele se negou a dizer quando a fabricação iria alcançar a demanda.

Dean McCarron, presidente da Mercury Research, observou que os testes com o Atom exigem uma ampliação de capacidade, que depende de novos equipamentos e adaptações na linha de produção.

Além disso, observou ele, os processadores Atom são mais baratos que a maioria dos outros chips da Intel, e os  modelos mais caros têm prioridade nos testes.

O ‘gargalo’ de produção pode não terminar até 2009, quando a Intel abrirá um laboratório de testes de 1 bilhão de dólares no Vietnã.

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