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Microsoft acatou 63% dos pedidos para remoção de imagens de revenge porn

Companhia deixou de listar conteúdos do resultado de buscas do Bing, além de removê-los do OneDrive e Xbox Live

Da Redação, com IDG News Service

28/03/2016 às 10h41

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No ano passado, a Microsoft havia dito que ajudaria a combater o revenge porn ao permitir que pessoas, vítimas de fotos constrangedoras, solicitassem a remoção das imagens publicadas sem a permissão das mesmas.

Na sexta-feira (25), a companhia revelou os primeiros números de quanto pedidos já recebeu.

Durante os últimos seis meses de 2015, a Microsoft recebeu 537 pedidos para remoção de conteúdo por meio de um relatório dedicado exclusivamente a pornografia de vingança. A companhia atendeu, até então, 63% dos pedidos, deixando de listar o conteúdo do resultado de buscas do Bing e removendo-os do OneDrive e Xbox Live.

“Em casos onde não aceitamos o pedido ainda, é por que geralmente pedimos por mais informações para sermos capazes de concluir o pedido ou por que o conteúdo em questão não continha nudez ou identificava a vítima, ou não se encaixava nas definições gerais aceitas de “revenge porn”, disse a Microsoft em post.

Os numeros foram divulgados como parte de um relatório de transparência da Microsoft, que também cobre pedidos para remover conteúdo de governos, detentores de direitos autorais e assuntos que atendam o “direito de ser esquecido” válido para cidadãos europeus. 

Sobre o último, entre julho e dezembro do último ano, a companhia recebeu 3421 pedidos para remover conteúdos das buscas do Bing. Desse total, a Microsoft retirou 41% do conteúdo.

 

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