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Microsoft quer usar “micro como serviço” no combate à pirataria

Chefe de pesquisa afirma considera novos métodos para cobrar softwares pelo tempo de uso, reduzindo perdas pela pirataria.

IDG News Service/China

22/04/2009 às 11h59

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A Microsoft quer reduzir as perdas decorrentes da pirataria de software e deve expandir  seus planos de pagamento customizado para o uso de aplicativos como os testados em países em desenvolvimento, afirmou Craig Mundie, chefe de pesquisa da Microsoft nesta quarta-feira (22/04).

Cobrar usuários pelo acesso a serviço, em vez de uma taxa única de compra, pode "retirar alguma pressão do modelo de software puramente licenciado", afirmou Mundie.

A Microsoft começou a testar o método em países como Brasil, China e Índia em 2006, usando a tecnologia FlexGo, que monitora o tempo do usuário em PCs e cobra quando créditos inseridos previamente acabam.

Pagamentos incrementais ou aluguéis abaixam o custo inicial de compra, fazendo com que usuários economizem e se tornem mais propensos a comprar versões legítimas, afirmou Mundie.

Em palestra em Pequim (china), Mundie afirmou que cópias piratas dos programas da Microsoft continuam amplamente disponíveis naquele país, muito embora o combate à pirataria tenha melhorado com o tempo.

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