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Microsoft rebate usuário chinês que criticou plug-in antipirataria

Em carta dirigita a toda a China, a Microsoft esclarece que não há obrigatoriedade em participar de programa antipirataria.

IDG News Service/China

23/10/2008 às 14h58

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A Microsoft respondeu à acusação de um usuário chinês referente a um novo plug-in antipirataria que torna preta a tela dos computadores com softwares piratas nesta quinta-feira (23/10).

“Somos extremamente gratos pela atenção de nossos usuários mas, ao mesmo tempo, acreditamos em muitos desentendidos envolvendo o programa Windows Office Genuine Advantage”, declarou a empresa em uma carta em chinês.

A Microsoft enviou um documento em chinês para responder às preocupações dos usuários da China e alertá-los que devem usar produtos legítimos da empresa.

A fabricante garantiu, na carta, que “não coleta o nome de e-mail dos usuários ou quaisquer informações que possam identificá-los” pelo programa. Além disso, esclareceu que a participação no mesmo é voluntária.

“Nos últimos anos, a proteção a direitos autorais ganhou atenção, mas acreditamos que este é um processo de longo prazo, e precisa de apoio de toda a sociedade”, diz a carta.

A Microsoft cita também que, segundo uma pesquisa, 20% dos usuários que usam softwares piratas acreditam que têm o original. O objetivo das ferramentas da Microsoft - Windows Genuine Advantage e Office Genuine Advantage ajudam os usuários a saberem se estão usando o software legítimo.

Mesmo com todas estas explicações, os usuários se mostraram enfurecidos. “Não quero que me digam se meu software é original ou não, pois eu sei que o meu é pirata. Não posso comprar o original, mas se vocês reduzirem o preço, facilita”, comentou um usuário em um jornal que publicou a carta.

A Microsoft informou, esta semana, que os piratas preferem copiar o Windows XP ao Vista.

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