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Não há evidências de gases tóxicos nos Mac Pros, afirma Apple

Em resposta a uma reportagem divulgada em jornal francês, Apple afirma que não encontrou nenhuma evidência de gases tóxicos nos seus produtos.

Macworld/EUA

02/10/2008 às 9h39

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Após a divulgação de um jornal francês afirmando que o Mac Pro emitia gases tóxicos, incluindo o benzeno, a Apple anunciou nesta quinta-feira (02/10), que não há nenhuma evidência que comprove a afirmação.

De acordo com a reportagem, divulgada primeiramente no jornal Libération e depois partilhada por blogs de tecnologia dos Estados Unidos, a emissão de odores vinha de Mac Pros fabricados antes de 2008. Um cientista notou, na reportagem, que os odores continham diversos tóxicos, incluindo benzeno - que em exposição prolongada aumenta o risco de doenças, como o câncer.

“Não encontramos nenhuma evidência que sustente essa afirmação, mas continuaremos a investigação para o consumidor”, disse Bill Evans, porta-voz da Apple à Macworld norte-americana.

A Apple removeu alguns materiais perigosos de seus produtos nos últimos anos. Em 2007, a empresa começou a retirar gradativamente o uso de elementos fluorescentes nos seus LCDs para eliminar a presença de mercúrio. No mesmo ano, em uma carta aberta sobre as políticas ambientais da empresa, o CEO Steve Jobs disse que os produtos da Apple cumpriam com as restrições de produtos químicos da União Européia, como cádmio, cromo hexavalente e decabromodifenila.

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