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Novo protótipo de bateria movida a etanol da Panasonic fica menor

Companhia anuncia que bateria movida a energia alternativa tem tamanho similar às usadas de íon-lítium atualmente em laptops.

IDG News Service/Japão

20/10/2008 às 8h54

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A nova versão da bateria de metanol da Panasonic tem metade do tamanho em relação aos primeiros protótipos desenvolvidos, afirmou a empresa nesta segunda-feira (20/10).

Com volume de 270 centímetros cúbicos e pesando 320 gramas, a potência da nova versão do protótipo é de 10 watts de potência média, com picos de 20
watts.

Uma carga de 200 centímetros cúbicos de metanol são suficientes para alimentar
com energia por 20 horas – tempo consideravelmente maior do que as baterias de íon-lítium.
Quando o nível de metanol fica baixo, ele precisa apenas ser cheio para
recuperar a capacidade máxima.

Esta capacidade de recarga rápida
está sendo vista como uma das principais vantagens para as células diretas de
metanol (DMFCs, da sigla em inglês). Elas são vistas como ambientalmente mais sustentáveis
do que as de íon-lítium já que o excedente produzido é um pouco de água
e dioxido de carbono.

Além disso, a Panasonic criou um carregador DMFC independente que fornece
energia via USB para gadgets como iPods e telefones celulares que estão longe
da fonte de energia. A capacidade dele é de 360 centímetros cúbicos e o peso de
350 gramas.

Não é provável que os dois modelos sejam vendidos em um curto espaço de tempo. A
Panasonic não revela nenhum plano de comercialização e garante que a
perspectiva é ter essas baterias no mercado até o final de 2012.


Diversas companhias de eletrônicos de consumo estão desenvolvendo DMFCs nos últimos
anos, mas ainda não lançaram produtos.


Isso pode estar para mudar. A Toshiba recentemente apontou uma data específica
para a comercialização do DMFC: até o final de março de 2009.

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