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Para Microsoft, remédio do futuro será “impresso” pelo paciente

Chefe de pesquisas da empresa acredita que, em breve, pacientes também terão celulares com sensores para diagnósticos simples.

IDG News Service/Indonésia

09/05/2008 às 11h38

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Em um futuro nem tão distante, pessoas poderão usar impressoras convencionais para fazer remédios simples como parte de um modelo "faça você mesmo" de cuidado à saúde, previu Craig Mundie, chief research and strategy officer da Microsoft, nesta sexta-feira (09/05).

Atualmente, impressoras são sistemas que lidam com conteúdo líquido, mas, ao invés de tinta, usuários poderão colocar ingredientes de diferentes medicações em cartuchos, afirmou Mundie em discurso em Jacarta, na Indonésia.

A "farmácia numa caixa", como ele chamou a tendência, seria parte de diversos aparelhos que poderiam usar cada vez mais tecnologia da informação para diagnósticos e tratamentos.

Em um exemplo, ele previu um telefone celular que terá tecnologia de análise de hálito para detectar o uso de álcool entre motoristas. Mas ao invés de apenas álcool, a tecnologia seria melhorada para determinar a saúde da pessoa.

O gadget pode analisar o hálito da pessoa para determinar doenças, diferenças químicas e outros problemas, e então uma clínica pode fornecer um diagnóstico.

O celular poderá ir a uma clínica então e imprimir sua medicação. O computador consideraria o peso, sexo e outras características pessoas para determinar a combinação correta de ingredientes para tratar a doença, e imprimir os remédios, em formatos de pastilhas que poderão ser dissolvidas na língua, disse Mundie.

Tal tecnologia ainda não está disponível, e a Microsoft afirmou que é apenas uma idéia.Microsoft considera futura em que remédios serão "impressos" na casa de usuários

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