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Pirataria de software para iPhone supera 60% no mercado brasileiro

Duas a cada três pessoas que baixam o software iCantada, que custa apenas US$ 0,99, fazem esse processo de forma ilegal, sem pagar por ele

Jonathan Alcalá, especial para a Macworld Brasil

09/11/2009 às 15h20

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Nem mesmo aplicativos de 0,99 dólar escapam dos piratas da Internet. O desejo de conseguir quebrar o código de um aplicativo popular e disponibilizá-lo gratuitamente é a motivação dos usuários mal-intencionados.

O aplicativo iCantada, desenvolvido pela empresa brasileira Bitix, começou a ser vendido no dia 17/7 deste ano por 0,99 dólar e, para preocupação de seu desenvolver, pode ser encontrado gratuitamente na Internet. Segundo o diretor geral da Bitix, Márcio Nunes, a cada três pessoas que utilizam o aplicativo, duas usam a versão pirata.

“É péssimo para o desenvolvedor que trabalha meses em um aplicativos e acaba não tendo retorno financeiro que valorize seu trabalho", lamenta. "É preciso haver uma conscientização geral dos brasileiros, que precisam parar de incentivar esse mercado”, acredita Nunes.

Para usar um aplicativo pirata no iPhone, é preciso usar uma ferramenta que faça o jailbreak, processo de desbloqueio do aparelho.

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iCantada: software de 0,99 dólar é vítima de pirataria

Apesar do controle da Apple sobre sua loja de aplicativos, a pirataria de softwares para iPhone é um problema em crescimento. Em outubro, o desenvolvedor do aplicativo Layers, Ben Gotow, afirmou que seu prejuízo superou 21 mil dólares, já que 90% dos downloads de seus software são ilegais.

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