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Primeiras impressões: Motorola QUENCH

Lançado na primeira quinzena de abril, aparelho vem com sistema Android 1.5, câmera de 5 megapixels, GPS, Wi-Fi e Bluetooth.

René Ribeiro, da PC WORLD

13/04/2010 às 16h14

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A Motorola e a operadora de telefonia celular TIM anunciaram o smartphone QUENCH MB501. O novo aparelho, baseado na plataforma Android, traz a solução Motoblur, exclusiva da fabricante, que integra e sincroniza redes sociais e contas de e-mails particulares e profissionais.

O Quench é o primeiro smartphone com Motoblur no portfólio da TIM e por isso a operadora preparou uma oferta: o cliente paga pelo aparelho 899 reais em 12 vezes e escolhe o plano que melhor se adequar ao seu perfil. Se o assinante optar pelo plano TIM Liberty + 100, por exemplo, ele pagará 49 reais mensais pelo plano que hoje custa 149 reais. Isso representa uma economia de 1.200 reais em um ano.

Primeiras impressões

O smartphone utiliza o sistema operacional Android 1.5, possui tela de 3,1 polegadas tipo multitoque e câmera de cinco megapixels com auto-foco e flash LED, além de acesso a redes 3G e Wi-Fi (802.11g). Tem GPS e Bluetooth estéreo e vem com cartão micro SD de 2 GB (expansível a até 32 GB). Há duas opções de capa – uma na cor vermelha e outra na cor grafite – que fazem parte do kit para que o usuário possa personalizar seu QUENCH.

O QUENCH não tem teclado físico, apenas um teclado virtual que funcionou bem, mas ainda acredito que um teclado de verdade permite digitação mais rápida.  Logo abaixo da tela há um botão central que funciona como o trackpad de um notebook. Entretanto, quase não usamos, já que a tela possui boa sensibilidade. 

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QUENCH: atrativo no sistema e preço promocional de plano de dados

A câmera tira fotos na resolução máxima de cinco megapixels e também faz vídeos. Por padrão não há nenhuma ferramenta especial, como um editor e imagens. Num primeiro momento podemos dizer que as fotos e vídeo tem boa qualidade, mas com certeza, não são o ponto forte do QUENCH. Assistir vídeos no Youtube e navegar em páginas web foi algo muito simples, tanto por rede Wi-Fi, quanto pela rede 3G.

O QUENCH atrai pelo sistema operacional Android, que possui muitos aplicativos fáceis de instalar. O fato de não possuir um teclado físico contribui para que o aparelho seja mais fino, com apenas 1,16 centímetro de espessura. A largura é de 6,1 cm e sua altura é de 11,6 cm, com peso de 120 gramas.

Não gostei dos botões ao lado do trackpad, pequenos e "duros". É uma sensação estranha interagir com uma tela de toque tão sensível e em seguida ter de "apertar" um botão para voltar à tela inicial. Usar o Android 1.5 em uma época em que a versão 2.1 já está no mercado também parece um contrasenso, ainda mais considerando que muitos dos novos aplicativos (alguns do próprio Google) exigem a versão 1.6 ou superior. Por fim, a tampa traseira é impossivelmente difícil de abrir, e você vai ter de abrí-la para colocar a bateria, SIM Card e cartão microSD. Tenha paciência.

Enquanto o QUENCH continua sofrendo os rigores dos testes no PCLab (falta medir desempenho do GPS e bateria, por exemplo), vamos abrir espaço para a participação de você, leitor. Quais são suas dúvidas sobre o novo smartphone da Motorola? Deixe suas perguntas na caixa de comentários, e iremos respondê-las em nosso review.

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