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Procon-SP: Usuário deve checar sinal antes de escolher serviço 3G

Órgão defende que usuário, antes de fechar contrato, confira qualidade do serviço nos locais onde será feito o acesso.

Daniela Braun, editora-executiva do IDG Now!

06/05/2009 às 22h18

Foto:

modem-3G-88.jpgAntes de espetar o modem 3G no computador para acessar a banda larga móvel, fique de olho no contrato e nas condições oferecidas pela operadora. Esta é a principal recomendação de Marta Aur, técnica da Fundação Procon-SP, que tem observado um aumento significativo no volume de reclamações sobre a banda larga 3G desde meados de 2008.

“A maior parte das reclamações parte de consumidores que ficam sem sinal [de banda larga 3G] ou que contratam uma velocidade e não recebem o prometido”, observa Marta.

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Diante da instabilidade do serviço, a maioria das operadoras (Oi, TIM e Vivo) opta por não garantir, em contrato, um mínimo de velocidade para a banda larga 3G. Já operadoras como Claro e CTBC trabalham com a garantia mínima de 10% da velocidade contrata – prática adotada nos contratos de serviços de banda larga fixa (ADSL e cabo).

Na avaliação da técnica do Procon-SP, entretanto, “o mínimo não é o correto”. “O consumidor compra banda larga 3G e compra o serviço com esta expectativa. Ele não pode receber um serviço que não funciona ou não tem sinal”, afirma Aur.

A dica do Procon-SP é que o consumidor faça uma checagem da qualidade do serviço nos locais onde pretende acessar a banda larga 3G com mais frequência, antes de fazer sua escolha e assinar um contrato. “É importante que ele se informe se nestes locais há sinal e verifique se a operadora recebeu muitas reclamações de outros consumidores”, recomenda Aur.

Outra recomendação envolve as limitações de velocidade praticadas quando o usuário excede a franquia média de dados, incluindo planos de acesso ilimitados. "O consumidor precisa verificar estas limitações de acesso que devem ser especificadas em contrato", observa Aur.

E se quiser registrar uma reclamação, o usuário deve entrar em contato com a operadora, obter o protocolo fornecido obrigatoriamente pela empresa e procurar uma das unidades do órgão de defesa do consumidor.

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