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Psystar processa Apple por concorrência desleal

Psystar respondeu ao processo movido pela Apple com uma nova ação, acusando a empresa de 'contenção de comércio' e truste.

Computerworld/EUA

26/08/2008 às 17h53

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A Psystar Corp., conhecida fabricante de ‘clones’ de Macs processada pela Apple no mês passado, voltou à justiça nesta terça-feira (26/08) com uma acusação contra a Apple de moderação do comércio, competição desleal e outras violações da lei antitruste.

A Psystar diz que entregou formalmente um documento à corte de São Francisco, na Califórnia (EUA) respondendo a uma ação judicial da Apple de 3 de julho com sua própria ação contra a Apple.

"Nós estamos alegando contenção do comércio, entre outras coisas", disse Colby Springer, um dos três advogados da Psystar, numa coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira (26/08). "Estamos deixando o tribunal decidir."

Springer disse que o processo acusa a Apple de violar leis antitruste, em especial para ‘amarrar’ o seu sistema operacional Mac OS X para o seu próprio hardware na licença de usuário final (EULA). Devido ao EULA a instalação do sistema operacional da Apple em outro hardware, que não seja da fabricante, é ilegal.

"A Apple faz um bom sistema operacional, não nego" disse Springer. "Estamos falando sobre trazer o Leopard [Mac OS X 10,5] para as massas".

Rudy Pedraza, presidente e co-fundador da Psystar, disse a mesma coisa. "Não é que as pessoas não querem usar o Mac OS X, mas eles não ter um gasto exorbitante de dinheiro para algo que é essencialmente um hardware genérico".

Em julho, a Apple moveu uma ação contra a Psystar acusando de violação de direitos autorais e de marca registrada, violação de contrato e de concorrência desleal, pois a Psystar vendeu equipamentos com o sistema da Apple pré-instalado.

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