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Quanto você demoraria para perceber se o seu smartphone fosse perdido ou roubado?

Uma nova pesquisa indica que a maioria das pessoas levaria mais de 15 minutos para dar conta da ausência do aparelho.

IDG News Service

01/04/2011 às 8h55

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Um novo estudo aponta que apenas um terço dos donos de um celular perceberiam a perda do aparelho em até 15 minutos. Segundo uma pesquisa conduzida pelo YouGov, representando a SecurEnvoy, a maioria só perceberia depois de uma hora.

Aparelhos móveis ganharam um espaço ao lado de chaves e carteiras. Para a maior parte das pessoas, é um item essencial que é sempre carregado ao sair de casa. Uma pesquisa no ano passado indicava que um a cada cinco profissionais deixaria o café de lado antes de abandonar seus smartphones. A questão, porém, é: você daria falta se o seu celular fosse perdido ou roubado? Quanto tempo demoraria para perceber?

O estudo, conduzido com dois mil usuários, aponta alguns números interessantes. Os homens tendem a perceber a ausência de um celular em até 15 minutos mais do que as mulheres – 40% deles em relação a 29% delas. Não se sabe exatamente a teoria dos pesquisadores, mas talvez seja porque os homens geralmente carregam o celular no bolso esquerdo, enquanto as mulheres o deixam jogado dentro da bolsa.

A pesquisa também indica que os usuários mais novos estão mais alertas: 28% dos entrevistados com idade entre 18 e 24 anos perceberiam a ausência do celular em cinco minutos, enquanto apenas 13% dos entrevistados com 55 anos ou mais perceberiam tão rapidamente. Há também uma estatística interessante que sugere que as pessoas casadas têm a metade de chances para perceber um celular roubado ou perdido em relação a pessoas solteiras.

Dados pessoais
Apesar das estatísticas, será que o estudo traz algum valor real? Considere isso: se você esquecesse seu celular na mesa de um restaurante e não percebesse isso por uma hora, quais seriam as chances de recuperá-lo? Quantos dados ou informações pessoais seriam comprometidos se você perdesse seu smartphone?

“Nossas observações aqui na SecurEnvoy sugerem que o volume de dados armazenados em um celular – que também pode ser um smartphone – na forma de contats, mensagens de texto e foto e a “vida” do dono estão cada vez maiores”, afirma Steve Watts, co-fundador da SecurEnvoy.

A SecurEnvoy está no mercado de proteçãoo de dados para smartphones, portanto é de esperar que a pesquisa pese por esse lado. Mas você deve dar um mínimo de consideração ao estudo: alguma forma de codificação de dados ou autenticação de segurança no seu smartphone é uma ideia inteligente.

Admita: mesmo se você percebesse que seu aparelho foi roubado ou perdido em cinco minutos ou menos, as chances de recuperá-lo são baixas, e você não quer suas informações pessoais expostas ou comprometidas por algum estranho que o tenha em mãos.

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