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Review: Crysis Warhead

Continuação de Crysis mistura elementos do primeiro game com novidades para agradar tanto fãs como novatos.

Por GamePro/EUA

19/09/2008 às 18h59

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Se você é um fã da de Crysis ou se perdeu esse shooter em primeira pessoa vale conferir o Cysis Warhead, que chega com a trajetória do personagem Psycho e mais muito mais leve que o primeiro game.

Explodindo as coisas

Os acontecimentos em Crysis Warhead são simultâneos aos do primeiro título, recapitulando o que aconteceu no outro lado da estranha ilha. A diferença é que além de enfrentar uma quantidade grande de radicais armados, helicópteros e tanques, o jogador vai se deparar com vários exoesqueletos mecânicos alienígenas.

Uma grande vantagem do novo título é que ele se comporta bem tanto nos caros computadores para gamers, como em sistemas mais econômicos. Basta preencher os requisitos mínimos com um processador de 2.8GHz para o XP e 3.2GHz no Vista, 1GB de RAM, 1,5GB de RAM para o Vista, 6GB de espaço em disco e placa gráfica com 256MB de memória no XP, no Vista as placas exigidas são NVIDIA GeForce 6800 GT ou ATI Radeon 9800 Pro. 

Linearidade

O Warhead é muito linear se comparado com seu antecessor de mundo aberto, pois possui missões objetivas e integradas ao nível estrutural do mapa, mas mantendo uma gama de opções sobre como ingressar na batalha.

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Os veículos também foram atualizados, evitando explosões irreais com dois tiros de shotgun, por exemplo. Há também uma seleção de novas armas, com uma submetralhadora letal, um lançador de granadas e a habilidade de carregar duas submetralhadoras ao mesmo tempo. Novos mapas também foram adicionados ao multiplayer Crysis Wars.

Provavelmente a grande crítica ao Warhead é que ele dura pouco. Um gamer que dedique 5 horas diretas de jogo chegará ao fim da trama.

Confira abaixo o vídeo (em inglês).

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