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Review: Mortal Kombat vs. DC Universe

Quem será o melhor: Super-homem ou Raiden, Batman ou Subzero? O novo Mortal Kombat vs DC pode te dar a resposta.

Por GamePro/EUA

20/11/2008 às 21h12

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O Mortal Kombat vs. DC Universe é um game difícil de julgar, pois compará-lo com títulos tradicionais, esquematizados em torneios, como Soul Calibur IV e Tekken 5 seria injusto, pois a proposta do novo Mortal Kombat é ser um bom game casual de luta.

A história do game é de “dar risada”, mas ainda assim prende pela curiosidade. Na animação de introdução uma batalha entre Super-homem e Darkseid explora um cenário onde várias dimensões colidem.

Com isso os guerreiros de Mortal Kombat, incluindo os ninjas Sub-Zero e Scorpion, caminham pelas ruas de Gotham City e Metropolis procurando confusão. Para adicionar um “tempero” à trama os personagens são atingidos por “Rage”, uma força misteriosa que faz com que ataquem inimigos e parceiros sem distinção.

> Confira as telas de Mortal Kombat vs. DC Universe 

O Story Mode tem uma pequena inovação, a possibilidade de trilhar a história do lado Mortal Kombat ou do lado DC. A atuação de voz nas animações deixa a desejar, a ponto de deixar o jogador irritado, ou provocar reações hilariantes.

Os combates

Apesar da presença de heróis como Flash e Mulher Maravilha, o novo MK é amarrado aos outros títulos da série. As lutas misturam o estilo dos games 2D com alguns detalhes das versões 3D de Mortal Kombat. O resultado é uma jogabilidade rápida, fluida e divertida. Não é o sistema de combate mais inteligente do mundo, mas a curva de aprendizagem é pequena, leva alguns minutos para se descobrir todos os movimentos especiais de um personagem.

O MK vs. DC também apresenta algumas novidades nos combates. Uma delas é um modo de combate em curtas distâncias, onde o tradicional golpe de agarrar o oponente gera um zoom da câmera e o início de um minigame. No game o atacante e o personagem alvo terão de acertar uma seqüência de botões, o que apertar corretamente é o vencedor, aplicando o golpe ou se esquivando.
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A outra inovação, que parece ser o ponto alto do game, é o modo “queda livre”. Em alguns cenários é possível atirar o oponente de um penhasco, o que vai resultar em um combate em queda livre, por um bom tempo, entre os dois oponentes.

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A morte da violência?

Apesar de o MK vs. DC carregar o título Teen (para jovens), o que significa uma redução grande de violência característica para a série, os desenvolvedores levaram o sangue ao limite.

Apesar de alguns movimentos de encerramento (fatalities) terem sido removidos, a violência continua bem representada neles e nos “heroic brutalities”(versão para os heróis da DC. Os fãs mais casuais da série nem vão notar a redução na violência.

Finish him!

Provavelmente os aficionados pela série Mortal Kombat, aqueles que de cara identificam a famosa frase “Finish him”(acabe com ele), ficarão desapontados com a redução de violência nos fatalities e com os heróis da DC. Mas no geral, o MK vs. DC renova a série, dando um novo fôlego para o MK, que estava mais que precisando. Outra vantagem é que o resultado foi um game casual de luta divertido, esses para ligar num final de semana com os amigos, etc.

Abaixo o vídeo (em inglês).

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