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Análise: Samsung Galaxy S10+, um Android nota 10
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REVIEW

Análise: Samsung Galaxy S10+, um Android nota 10

Com a melhor tela já feita para um smartphone e câmeras de excelente qualidade, o S10+ chega para ocupar o posto de melhor Android já lançado em 2019

Caio Carvalho

Foto: Caio Carvalho
pontuação
9
Galaxy S10+ Samsung
A partir de R$ 5.499 veja na loja

Entra ano, sai ano, e a impressão que fica é a de que os smartphones de última geração anunciados pelas principais fabricantes não trazem mais nenhuma função inovadora que justifique os preços (ainda mais) elevados. No caso da Samsung, custou para a empresa sul-coreana desenvolver um aparelho com recursos inéditos, mesmo que pouca coisa mude no design. O resultado dessa produção chegou e está aqui: o Galaxy S10, que ganhou três variantes, sendo o Galaxy S10+ a mais completa.

À primeira vista, as mudanças não são muitas. Porém, muito bem-vindas. Sai uma barra preta no topo superior, entram as câmeras frontais embutidas dentro da tela, garantindo aproveitamento superior a 90% do painel. Também é o display que abriga o leitor de impressões digitais, tornando o visual do produto ainda mais minimalista na parte traseira, que por sua vez oferece um conjunto de câmera tripla com diferentes opções de captura.

No evento de anúncio dos novos Galaxy, a Samsung descreveu o S10 como o fruto de quase dez anos de investimento no mercado móvel, com idas e vindas em aspectos que vão desde o formato dos gadgets até ao software. Por uma semana, testei o S10+, modelo mais avançado da nova família Galaxy, como meu celular primário. E garanto que, ao mesmo tempo em que me passou uma sensação familiar, o telefone se mostrou uma das melhores opções de smartphone Android que você encontrará em 2019.

Tela

Esse item, junto ao software, foi o que mais chamou a minha atenção. A Samsung sempre teve uma marca registrada por conseguir fabricar alguns dos melhores displays do mundo - até a Apple já utilizou os painéis da companhia nos iPhones. Mas no S10+, a empresa atinge um novo patamar de qualidade com a introdução do Dynamic AMOLED, que substitui o tradicional Super AMOLED, que por si só já era excelente nos aparelhos mais caros da linha Galaxy.

Para começar, a tela vem com 6.4 polegadas e resolução de até 3.040 x 1.440 pixels. Digo "até" porque você tem a opção de ajustar quais serão os pixels máximos que serão exibidos, apesar de achar que, uma vez habilitado o padrão máximo, dificilmente você voltará para algo abaixo disso. O display possui ainda proteção Gorilla Glass 6 e suporte ao HDR10+, sendo este último uma opção que ainda não foi abraçada em grande escala pela indústria, mas que garante cores mais vivas a qualquer conteúdo.

Por falar em cores, os níveis de brilho e contraste no Galaxy S10+ são fantásticos. Em partes, porque o dispositivo vem com um aproveitamento de tela de 93.1%. Não teve uma imagem ou vídeo em Full HD que não me deixou surpreso durante o uso do aparelho. De fato, você vê o preto mais preto, o vermelho mais vermelho, o branco mais branco, enfim... Prefiro deixar essas cores o mais em destaque possível, e para isso a Samsung traz a função "Modo de tela" com as opções "Vívido", que evidencia a saturação, e "Natural", para um efeito nem tão colorido assim.

Além disso, a tela do S10+ já vem com um redutor automático da chamada "luz azul" que pode atrapalhar o sono e causar fadiga visual ao longo do tempo. Segundo a Samsung, essa característica diminui em 42% a emissão de luz azul nociva, com a vantagem de não comprometer as cores do painel. Ou seja, sua visão fica menos comprometida sem que você abra mão da qualidade das imagens.

Notch e leitor de impressões digitais

Ainda falando sobre a tela, o Galaxy S10+ marca a estreia da Samsung no time de smartphones com entalhe no display frontal. O formato se tornou bastante popular no último ano. Então, era natural que a companhia adotasse o padrão. Só que, em vez do notch retangular ou em gota, a sul-coreana optou por um buraco interno na forma de pílula, bem no canto superior direito. É ali que ficam as duas câmeras frontais de 10 MP e 8 MP.

Nos dois primeiros dias com o S10+, confesso que foi um pouco estranho ver os ícones de bateria e conexões serem "empurrados" pelo entalhe para a esquerda. Consumidores mais perfeccionistas talvez considerem o design um pouco fora de mão. Nesse aspecto, preciso concordar que um notch na parte central, por exemplo, daria mais simetria ao visual do aparelho. Por outro lado, é compreensível a Samsung oferecer uma alternativa diferente do que vemos nos demais smartphones.

Para aqueles que preferem algo mais padronizado, o S10+ vem com uma opção para adicionar uma barra escura no topo da tela, deixando o visual mais parecido com o Galaxy S9 do ano passado. Mas, sinceramente, não vi muita utilidade nesse recurso. Com exceção de alguns vídeos, todos os aplicativos acrescentam a mesma barra na parte superior, só que em tons mais claros.

Outra novidade no painel é um leitor de impressões digitais, que em gerações anteriores do Galaxy S estava posicionado na traseira do dispositivo, abaixo da câmera. No S10+, o escâner é ultrassônico, o que significa que ele é capaz de reconhecer suas credenciais mesmo se o seu dedo estiver ligeiramente molhado ou suado. A Samsung também afirma que a tecnologia é mais confiável e difícil de ser falsificada do que os métodos atuais de desbloqueio.

No geral, a biometria ultrassônica funcionou bem durante os meus dias com o Galaxy S10+, mas ainda não é tão rápida quanto um leitor capacitivo. Na maioria das vezes, precisei posicionar meu dedo e aguardar entre um e dois segundos até que o desbloqueio acontecesse.

Também achei pequena demais a área de identificação, aquela com o desenho de uma digital. No final das contas, eu acabava usando o reconhecimento facial para destravar o telefone, pois foi mais prático. Lembrando que essa função não tem leitura de íris, como acontece no Galaxy S9, e se resume apenas a uma comparação do seu rosto com a imagem pré-configurada no seu cadastro.

Design

"Que leve!". Essa foi a minha reação ao pegar o Galaxy S10+ pela primeira vez. E entre colegas de profissão, a opinião é unânime: este é um dos smartphones topo de linha mais leves do mercado, tendo apenas 175 gramas na versão com traseira de vidro. Fica difícil entender como a Samsung colocou três câmeras traseiras, um painel frontal enorme, bateria, processador e outros componentes dentro de um corpo que não pesa tanto. O dispositivo também é tem bordas finíssimas, com 7.8 mm de espessura.

Na parte da frente temos o já citado display de 6.4 polegadas levemente curvado nas extremidades e as câmeras de 10 MP e 8 MP dentro da tela, enquanto que na parte superior há um compartimento híbrido para o chip da operadora e cartão microSD. Abaixo, há a entrada USB Type-C, alto-falantes do tipo estéreo e saída 3.5 mm para fones de ouvido, o que faz do Galaxy S10+ um dos últimos dispositivos de última geração com esse tipo de conector.

Os botões de volume, liga/desliga e para acessar a assistente Bixby permanecem nas laterais. Eles são bem discretos e não são tão salientes para fora do celular, mas poderiam ser um pouco mais firmes. Toda vez que eu pressionava algum deles, tinha a impressão de que poderiam afundar por completo no aparelho.

Mas o que eu mais gostei foi a traseira em vidro. O modelo que testei foi a versão "Prism White", um branco que, por conta do vidro, fica num tom meio azulado dependendo da luz refletida. É também na parte traseira que fica o sistema de câmera tripla, com a mesma vantagem dos botões nas laterais. Os sensores não possuem nenhuma protuberância e ficam bem próximas ao corpo do gadget. Por último, mas não menos importante, o S10+ tem certificação IP68 contra água e poeira e suporte a carregamento rápido e sem fio.

Câmeras

A Samsung já lançou um smartphone com quatro câmeras traseiras, o Galaxy A9. Contudo, para o S10+, a empresa optou por "apenas" três sensores fotográficos. A escolha não poderia ser melhor: foram mantidas as mesmas câmeras do S9+, sendo a principal de 12 MP com abertura f/1.5, e a secundária, para telefoto, também com 12 MP e abertura f/2.4. Ambas possuem estabilizador óptico.

A nova adição ao conjunto é a lente ultrawide de 16 MP com abertura f/2.2. O sensor é perfeito para capturar ambientes externos e com amplitude, como paisagens ao horizonte e cidades. Dos três sensores, esse foi o que eu mais gostei porque as cores saíram muito mais vivas, com saturação e contraste em níveis perfeitos. Os resultados beiram o que você encontra em câmeras profissionais, então dá para brincar com as fotos em locais cheios de prédios, com múltiplos elementos.

O HDR garante ainda mais qualidade às fotografias, com bastante equilíbrio entre cores mais quentes e brilho. Claro que as câmeras se saem melhor durante o dia e em lugares com mais iluminação, mas fotos noturnas não ficam atrás. Graças ao software do aplicativo, aliado a um mecanismo de inteligência artificial, os sensores reduzem de forma significativa o ruído sempre que detectar pouca luz no cenário. Ainda não funciona como o modo Night Sight dos smartphones Pixel, do Google, mas já é um bom começo para a família Galaxy.

Enquanto isso, nas câmeras frontais, o Galaxy S10+ também entrega resultados impecáveis. O sensor principal tem 10 MP f/1.9 e o secundário 8 MP com abertura f/2.2, e ambos funcionam muito bem mesmo com pouca luz ao seu redor. Há opções para fazer autorretratos sozinho ou acompanhado por outras pessoas, embora esse recurso não traga nada espetacular - apenas amplia o campo de visão. E claro, o modo retrato com efeito de fundo desfocado está lá.

Minha única ressalva quanto às câmeras frontais é que a Samsung ainda insiste em aplicar filtros de embelezamento. Agora no S10+, ele é desativado por padrão, mas mesmo assim você sente sua pele mais iluminada, principalmente em lugares com baixa luminosidade.

Quanto aos vídeos, tanto na parte traseira quanto frontal é possível gravar em qualidade 4K. Aqui, o destaque vai para o sensor triplo na traseira, em que você pode filmar com a câmera principal a 60 quadros por segundo (fps) ou a 30 fps usando a câmera de telefoto ou ultrawide - fica ao seu critério. Outra característica é um modo de Super Estabilidade que, embora bloqueie a gravação em 1080p, não borra as imagens mesmo em movimentos mais bruscos durante as gravações.

Termino o tópico das câmeras destacando uma parceria que a Samsung fez com o Instagram. O resultado é um botão dedicado no app dos sensores que permite tirar fotos ou gravar vídeos automaticamente no formato dos Stories da rede social. Ao finalizar o registro, a própria câmera redireciona para o Instagram, para que você faça suas edições finais e publique o conteúdo.

Software

Não faz muito tempo, o sistema operacional da linha Galaxy era o calcanhar de Aquiles da Samsung que, mesmo trazendo inovação e ótimos recursos aos aparelhos, não entregava uma plataforma intuitiva e realmente útil por conta da TouchWiz. Só que os tempos são outros, e a empresa parece ter aprendido a lição. Prova disso é o One UI, interface própria desenvolvida pela sul-coreana, mas adaptada à versão mais recente do Android, no caso a 9.0 Pie.

Com a One UI, a Samsung finalmente encontrou um equilíbrio entre manter um layout próprio, característico da marca, sem abandonar (ou esconder) as funções do software do Google. No Galaxy S10+, é nítida a tentativa de a empresa tornar a experiência ainda mais simples e ao mesmo tempo customizável às necessidades de cada usuário. O sistema também tem um foco especial em smartphones com telas gigantes, pois deixa os botões na parte inferior mais próximos ao dedão, o que significa que podem ser alcançados sem nenhum esforço.

Outra característica é que os aplicativos oficiais da Samsung agora são opcionais. Logo, você é quem decide quais serão mantidos e quais irão para a lixeira. Lembra do menu Edge, que se revela ao arrastar com o dedo da direita para a esquerda? Ele foi mantido no Galaxy S10+ e continua como um menu de acesso rápido às suas ferramentas favoritas.

Chegamos à Bixby. A assistente pessoal da Samsung pode ser acessada de duas maneiras. A primeira, e também a que eu mais gostei, é arrastando a tela da esquerda para a direita, revelando um painel com vários cards chamado "Rotinas da Bixby", semelhante ao Google Now. Esses cartões podem ser personalizados com base na sua rotina, e incluem notícias e vídeos de portais na web, resumos dos apps instalados no aparelho, dicas sobre o objetivo dos cards e um pouco do seu comportamento de utilização com o S10+. Tudo isso é bem fácil de navegar e configurar.

Só que o mesmo não posso dizer da Bixby como assistente de voz. Atrelada a um botão na lateral do smartphone, ela acaba não tendo muita utilidade para nós, brasileiros, já que ainda não foi traduzida para o português. Chega a ser algo incompreensível nosso idioma não ser compatível, uma vez que o Brasil é o quarto maior mercado da Samsung no mundo. Eu até consegui usar alguns comandos em inglês, mas os resultados foram imprecisos porque parece que a Bixby não reconheceu que eu estava no Brasil. Por sorte, é possível trocar a função do botão dedicado para outro app.

Outro aspecto que me deixou confuso é que o sistema do Galaxy S10+ possui alguns aplicativos duplicados. Se de um lado você tem a Bixby, do outro há o Google Assistente. Play Store e Galaxy Store. Samsung Browser e Google Chrome. E muitos outros exemplos. A maioria dessas duplicatas você pode deletar, como é o caso dos apps da Samsung. Em outros casos, é necessário conviver com duas plataformas para um mesmo objetivo.

Tirando essa questão da Bixby e dos apps duplos, o One UI veio para consertar um problema de gerações anteriores do Galaxy, que não entregaram um sistema coeso e de fácil utilização. Ainda sinto que faltam melhorias, mas o que já temos disponível hoje é um bom começo caso a Samsung mantenha essa estratégia a longo prazo. Resta saber como a empresa lidará com as próximas versões do Android, seja para a adaptação da One UI ou no que diz respeito à liberação de updates mais rápidos.

Desempenho e bateria

Para suportar tantas funcionalidades, o Galaxy S10+ vem equipado com o que há de melhor para hardware móvel. E mais uma vez, a Samsung adotou o plano de lançar o mesmo aparelho com duas versões diferentes de processador: uma com o Snapdragon 855, da Qualcomm, e a outra com o Exynos 9820, da própria sul-coreana. A segunda foi a que veio no S10+ do teste, que também tem 8 GB de memória RAM e 128 de armazenamento interno. E, mesmo sendo um chip um pouco inferior ao 855, ambos oferecem basicamente os mesmos resultados de performance.

Na prática, isso significa o seguinte: o smartphone não sofre engasgos, travamentos ou lentidão durante os vários processos que você pode desempenhar enquanto utiliza o celular. Para se ter uma ideia, transitei entre as janelas do WhatsApp, Instagram, gravação em 4K pela câmera traseira, PUBG Mobile, Twitter e Apple Music por cerca de meia hora, sempre alternando entre um app e outro. Apesar de sentir o aparelho esquentar um pouco, em nenhum momento percebi redução no desempenho ou latência em quaisquer tarefas.

Portanto, a não ser que você busque por testes muito específicos ou utilize o dispositivo em funções mais pesadas em um ritmo mais intenso, dificilmente se nota alguma distinção entre o chip da Qualcomm e o da Samsung. Além disso, é importante frisar que o modelo à venda no Brasil é o Exynos 9820 octa-core - o Snapdragon 855 está restrito aos Estados Unidos e poucos países da Europa.

Também fiquei satisfeito com a bateria do S10+. Ela tem 4.100 mAh e suporte a carregamento rápido, mas, em sete dias de uso do aparelho na minha rotina, só precisei recarregá-lo duas vezes: uma após dois dias e meio, e a segunda no quinto dia. Obviamente, quanto mais serviços pesados você rodar, mais rápido a bateria será consumida. Porém, acho que a autonomia está bem acima da média para um smartphone topo de linha.

Inclusive, a bateria do S10+ pode servir como uma estação de carga para outros dispositivos. Isso por meio da opção Wireless PowerShare, que transmite a energia de bateria para gadgets compatíveis com o padrão Qi, entre eles os recém-anunciados relógio e fones de ouvido Galaxy Watch Active e Galaxy Buds, respectivamente. A ativação é simples, pois é só descer a central de acesso rápido, habilitar o recurso e colocar o aparelho nas costas do S10+ para iniciar o carregamento por indução.

Vale a pena?

O Galaxy S10+ marca os quase dez anos da família Galaxy, que fez sua estreia em junho de 2010. Para muitos, pode ser que o dispositivo não traz nada fenomenal, principalmente se for comparado aos Galaxy S8 e S9. Concordo com esse ponto, mas acredito ainda mais que o S10+ chega para se firmar como o principal smartphone Android lançado no ano de 2019, pois aprimora tudo de melhor das gerações anteriores e adiciona apenas o essencial.

Com exceção de alguns elementos, como a Bixby que não fala português e a incerteza de atualizações mais rápidas para as próximas versões do Android, o Galaxy S10+ traz um excelente conjunto de câmeras frontal e traseira, design elegante, um software de fácil utilização, recarga rápida de bateria e um display excepcional, o melhor já fabricado para um celular. Os mais saudosistas também ficarão feliz pela permanência da entrada 3.5 mm para fones de ouvido.

Em um mercado que está prestes a ser tomado por telas dobráveis e conceitos para lá de futuristas, o S10+ consegue se manter como uma alternativa certeira para quem gosta de tecnologias de ponta. Isso sem abrir mão da mesmice de um produto que, apesar de parecer igual a tudo o que já se viu, ainda consegue surpreender.

em resumo
9 Pontuação
Galaxy S10+ Samsung
R$ A partir de R$ 5.499 veja na loja
Galaxy S10+
Design9
Tela10
Desempenho9
Bateria8
Câmeras9
Recursos8
Sistema7

Com a melhor tela já feita para um smartphone e câmeras de excelente qualidade, o S10+ chega para ocupar o posto de melhor Android já lançado em 2019.

Prós
  • O melhor display do mercado para um smartphone
  • Câmeras eficientes
  • Ótima performance, sem travamentos
  • Sistema operacional adaptado à One UI
  • Extremamente fino e leve
  • Entrada 3.5 mm para fones de ouvido
Contras
  • Biometria ultrassônica poderia ser mais rápida
  • Software com apps duplicados
  • Bixby ainda não fala português
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